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Princesa Leia em Star Wars: Uma Nova Esperança Lucasfilm

'Star Wars': veja quanto faturou cada filme da franquia

Episódio VII - O Despertar da Força foi o maior blockbuster da saga 'Star Wars'; veja a lista

Redação, AFP

18 de dezembro de 2019 | 10h20

Mais de 42 anos após o lançamento do primeiro filme da saga Star Wars, criada por George Lucas, a franquia permanece como uma verdadeira mina de ouro.

Após o primeiro filme, que mais tarde recebeu um novo título, Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança, foram produzidos 10 prequels, sequências e spinoffs, incluindo A Ascensão Skywalker, que esteia esta semana.

A seguir a lista com a bilheteria de cada filme do universo Star Wars, a partir da maior arrecadação mundial (valores não corrigidos pela inflação).

Fonte: BoxOfficeMojo.com

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Membros do fã-clube de Star Wars, o Conselho Jedi Daniel Teixeira|Estadão

'Star Wars: A Ascensão Skywalker' estreia 42 anos depois do início da franquia

Lá atrás, quando fez Star Wars, o primeiro – lançado no Brasil como Guerra nas Estrelas, ainda no final dos anos 1970 –, George Lucas desenvolvia o que parecia um discurso insano; mas o homem é um visionário

Luiz Carlos Merten e Mariane Morisawa , O Estado de S. Paulo

Atualizado

Membros do fã-clube de Star Wars, o Conselho Jedi Daniel Teixeira|Estadão

J.J. Abrams sabe da grande responsabilidade. Como diretor, ele veio a São Paulo no fim de semana passado para falar, na CCXP, de Star Wars Episódio IX – A Ascensão Skywalker, que estreia na quinta-feira, 19. Serão em torno de 2 mil salas, talvez mais. O mercado rende-se ao fenômeno. Fãs pelo mundo – e no Brasil, claro – já se preparam para uma das principais estreias do ano. 

O fim da saga, a batalha das batalhas. Discípulo de Steven Spielberg, seu mentor, hoje amigo, JJ sorri, sentado diante do repórter do Estado num hotel de luxo dos Jardins, mas admite estar ansioso. “É muita expectativa dos fãs. É um universo mítico, grande demais, e seria uma pena desperdiçar toda essa energia. Fizemos de tudo para corresponder.” E o que o público pode esperar? O repórter arrisca: intimismo e escala, grandiosidade? Afinal, são marcas registradas do autor de Lost (na TV) e de Missão Impossível 3 e Episódio VII no cinema. “Com certeza, você pode estar certo de que sim. Trabalhamos muito para isso.”

Lá atrás, quando fez Star Wars, o primeiro – lançado no Brasil como Guerra nas Estrelas, ainda no final dos anos 1970 –, George Lucas desenvolvia o que parecia um discurso insano. Dizia que era o primeiro filme de uma trilogia, e que essa trilogia seria intermediária num projeto de três trilogias e nove filmes. Alguns críticos o tomaram por maluco brincando de sabres de luz e guerras estelares. Poucos perceberam, de cara, a revolução que ele estava fazendo. O homem foi um visionário. 

Para contar sua saga monumental, Lucas precisou desenvolver os efeitos num grau que parecia inimaginável em 1977. Fundou a Light and Magic, recolheu-se à função de produtor e contou, com ajuda de outros diretores, a construção do herói, Luke Skywalker, em O Império Contra-Ataca (direção de Irvin Kershnmer) e O Retorno de Jedi (de Richard Marquand). Depois, a saga hibernou, e se passaram 16 anos até que o próprio Lucas, de novo diretor, fizesse Episódio I – A Ameaça Fantasma, seguido de A Guerra dos Clones e A Vingança dos Sith, narrando a construção do vilão e de como Anakin Skywalker foi seduzido pelo lado sombrio da Força, convertendo-se no sinistro Darth Vader.

Cansado diante da possibilidade de encarar mais uma trilogia, Lucas vendeu os direitos, e a Disney assumiu o encargo de prosseguir com a história da galáxia ‘far, far away’. JJ, chamado para reformular a saga, iniciou a história de Rey, Finn e Poe, e agora fecha o ciclo. No anterior, Os Últimos Jedi, o velho Luke conseguiu segurar o ataque de Kylo Ren e seus Cavaleiros de Ren aos remanescentes da resistência. Teremos, desta vez, a mãe das batalhas, e ela será excitante, o fecho grandioso de Episódio IX

Carrie Fisher em 'A Ascensão Skywalker'

Um corte no tempo, algumas semanas atrás. JJ está em Los Angeles e participa de uma coletiva sobre A Ascensão Skywalker. Quando ele começa a falar, as luzes apagam-se, por causa de uma falha técnica. Ele brinca: “Oi, Carrie”. Diz que é o espírito da intérprete da Princesa Leia, a atriz Carrie Fisher, que morreu em 2016. “Não havia possibilidade de continuar a história sem Leia.” A solução foi usar material inicialmente descartado da atriz no filme anterior.

Ainda em Los Angeles, o roteirista Chris Terrio disse que JJ estava tão obcecado em resolver o problema causado pela morte da atriz que o roteiro começou justamente por ela. “Os primeiros meses foram para resolver o impasse de como incluí-la no filme. A partir dos diálogos e das imagens que tínhamos, criamos todo o restante.” Antes de Terrio, Colin Trevorrow chegou a trabalhar um tempo nesse roteiro, mas foi dispensado – “Nem li o que ele escreveu, para dizer a verdade”, conta Terrio. Segundo ele, JJ o incentivou a buscar a emoção das cenas. Sementes plantadas por Rian Johnson no filme anterior foram abandonadas. “O fato de os personagens terem se afastado no final daquela história foi ótimo para a nossa”, reflete. 

Uma sugestão de homossexualidade entre Poe e Finn, os personagens de Oscar Isaac e John Boyega, não foi adiante. “Mas fiz questão de que a comunidade LGBT se sentisse representada”, disse JJ, em São Paulo. Como? “Você terá de ver”, ele desconversa. 

Entrevista — Oscar Isaac: ‘Não teria problemas em beijar Boyega’

Oscar Isaac veio a São Paulo com Daisy Ridley e John Boyega para um painel sobre Star Wars Episódio IX na CCXP.

Depois do estouro com os irmãos Coen em Llewyn Davis, o que representa Star Wars?

Sou muito grato por tudo o que vem ocorrendo comigo. Fazer parte do universo Star Wars ultrapassa toda expectativa. Esses filmes são objeto de culto.

Finn e Poe ficam juntos?

Essa possibilidade surgiu no episódio anterior, mas já foi amplamente divulgado que não. Não teria problemas em beijar John (Boyega).

Cinema autoral ou blockbuster?

Os Coen são autores, grandes cineastas. Seus roteiros são maravilhosos. Mas, apesar da grandiosidade, JJ também é autor. Como ator, me adapto a cada universo.

Veja o trailer de 'Star Wars: A Ascensão Skywalker':

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Fãs de 'Star Wars' formam o Conselho Jedi em São Paulo

Desde 1999, o Conselho reúne pessoas de todo o Brasil com um sentimento em comum: o amor por Guerra nas Estrelas

Maiara Santiago, Especial para O Estado de S. Paulo

15 de dezembro de 2019 | 06h00

Com nove filmes na bagagem, contando com A Ascensão Skywalker, e mais de 40 anos de história, a franquia Star Wars teve tempo de sobra para conquistar uma legião de fãs apaixonados. Isso é o que Estado pôde comprovar durante breve encontro com alguns membros do Conselho Jedi, fã-clube que, desde 1999, une pessoas de todo o Brasil com um sentimento em comum: o amor por Guerra nas Estrelas. 

Entre os dez fãs presentes, estava o bancário Luis Felipe Assis. Trajado a caráter, falou do sonho que tem de transformar a sua maior paixão em seu sustento. Como? Ele é instrutor de LudoEsporte, espécie de luta que utiliza sabres de luz. Ele aprendeu sobre o esporte durante um curso na Itália. “Foi a melhor experiência da minha vida”, conta. “Conheci pessoas do mundo todo.” O investimento custou R$ 20 mil.

No entanto, o valor para esse grupo não se prende à quantia paga por um item. “Muitas das peças que compramos são raras e isso as torna ainda mais especiais”, explica Altamiro Souza, analista de sistemas em um private banking, que, nas horas vagas, anda por aí como Luke Skywalker. Ele, que vem de uma história pessoal de superação (cresceu no circo junto à família e precisava juntar latinhas de alumínio para pagar a faculdade), não consegue estabelecer um preço certo para os seus quase 10 mil itens, comprados desde 1993. Mas diz, aos risos: “O valor pago dá para andar na Rua Oscar Freire com um carro de luxo, sem passar vergonha”. 

Henry Avon Jr., que tem uma agência de cosplay e se veste de Palpatine, também tem objetos raros para mostrar. Entre eles, está a máscara do vilão, comprada diretamente do estúdio da Lucasfilm, em um lote fechado de fantasias. “Esse exemplar está entre os dez feitos para o filme. Dá para sentir isso apenas pelo material”, diz. 

Star Wars já formou famílias

Alguns deles estão há tanto tempo no Conselho Jedi, que, além de parceiros de cosplay, se tornaram muito amigos. Esse é o caso de Marcia Alves, que faz a Leia quando não está trabalhando em uma casa de câmbio. “Meu círculo de amizades está todo aqui. Conheci o meu marido no Conselho Jedi”, conta. Juntos, eles também participam da Jedicon, evento geek promovido pelo grupo.

'A Ascensão Skywalker' encerra um ciclo; veja o trailer

Uma das mais novas do grupo, Victoria Feitosa, advogada em uma penitenciária de segurança máxima do Tocantins, sempre gostou, mas viu o amor pela franquia aflorar em 2016, com Rogue One. Desde então, ela iniciou uma maratona: fundou um conselho em seu Estado, promoveu encontros na Bahia e dormiu por dias na fila da CCXP 2019, para acompanhar de perto J.J. Abrams e sua trupe. Sobre o último capítulo, ela não esconde uma ponta de tristeza. “Vai marcar o fim de um ciclo e iniciar outro, então será bem nostálgico”, finaliza.

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A importância dos robôs de 'Star Wars', dentro e fora das telas

R2-D2, C-3PO e BB-8 foram essenciais para o sucesso da saga, tanto artístico quanto financeiro

André Cáceres, O Estado de S.Paulo

15 de dezembro de 2019 | 06h00

Apesar das batalhas espaciais épicas e grandiloquentes, com direito a explosões barulhentas mesmo no vácuo, grande parte dos conflitos da saga Star Wars acabam sendo resolvidos não com uma frota de naves, nem mesmo com um bom duelo de sabres de luz, mas por meio da astúcia de meros robôs. Chamados de “droides”, essas criaturas mecânicas caricatas e vulneráveis tornaram-se uma marca registrada da franquia criada por George Lucas – “marca registrada” em mais de um sentido, já que um dos muitos aspectos que Star Wars revolucionou no cinema foi o merchandising.

Os estúdios acreditavam que a ópera espacial de George Lucas seria um fracasso. Apesar de seu filme anterior, Loucuras de Verão (1973), ter sido indicado a cinco categorias do Oscar e lucrado US$ 637 milhões, a ficção científica estava longe de ser um gênero confiável para se investir o dinheiro de um estúdio na época. Como as expectativas da 20th Century Fox eram baixas, eles aceitaram uma proposta de Lucas para que ele conservasse o lucro sobre o merchandising (como a venda de brinquedos, miniaturas e outros objetos promocionais inspirados na série). Não é necessário dizer que robôs fofinhos foram essenciais para que Star Wars tenha lucrado mais com merchandising (US$ 42 bilhões) do que com bilheteria (US$ 9 bilhões) em 42 anos.

Nada disso daria certo, é claro, se os droides não fossem tão carismáticos. O primeiro filme, Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança (1977), trouxe os dois robôs que participariam de quase toda a saga e se tornariam símbolos da franquia: R2-D2 e C-3PO.

O design de R2-D2, criado pelo artista Ralph McQuarrie, foi inspirado pelos coloridos drones Huey, Dewey e Louie, do filme Corrida Silenciosa (1972), dirigido por Douglas Trumbull. Para rodar as cenas, foram construídos vários modelos diferentes, com tamanhos e funções distintas. Havia versões movidas por controle remoto, mas a maior parte das cenas foi gravada pelo ator inglês Kenny Baker, que, com 1,12 m de altura, cabia dentro da estrutura do R2-D2 e era responsável por fazê-lo acender e apagar luzes, girar a cabeça e se movimentar de acordo com o roteiro. Morto em 2015, no ano em que estreou Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força, Baker foi substituído pelo ator e marionetista Jimmy Vee, que tem a mesma altura de Baker, para os últimos dois filmes. 

Já o androide dourado C-3PO, construído pelo jovem Anakin Skywalker e que se gaba de “ser fluente em mais de 6 milhões de formas de comunicação”, teve seu visual inspirado pelo robô do clássico filme Metrópolis (1927), dirigido pelo mestre do cinema expressionista alemão Fritz Lang, baseado em um livro de Thea Von Harbou. No romance, a criatura se chama Futura, e é um dos primeiros e mais importantes robôs da história da ficção científica – a própria palavra “robô” havia sido cunhada ainda naquela década, e usada pela primeira vez na peça A Fábrica de Robôs (1920), do escritor e dramaturgo checo Karel Capek. 

Com a evolução da tecnologia de efeitos visuais, os filmes mais recentes passaram a utilizar cenas em computação gráfica (o exército de Droids de Batalha que combate a República nos episódios I a III são um exemplo), mas até hoje os diretores usam atores e efeitos práticos – tanto que o ator Anthony Daniels continua interpretando C-3PO. Da mesma forma, seria muito fácil fazer o droide rolante BB-8, da nova trilogia, em computação gráfica, mas o diretor J.J. Abrams quis manter a tradição de efeitos práticos na série. O artista da trilogia original, Ralph McQuarrie, já havia produzido na época um conceito de um robô que rolasse, mas a ideia não foi aproveitada na época. Agora, por meio de um mecanismo patenteado pela Disney, foi possível dar vida a BB-8 – que conseguiu a façanha de ser tão carismático quanto R2-D2 e C-3PO.

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'Star Wars: Episódio V - O Império Contra-Ataca', de 1980, é o melhor, segundo leitores do 'Estado'

Fãs responderam à enquete e elegeram o seu preferido entre os oito episódios disponíveis

Redação, O Estado de S.Paulo

14 de dezembro de 2019 | 11h00

O novo filme de Star Wars, A Ascensão de Skywalker, estreia no Brasil no dia 19 de dezembro e encerrará a série principal iniciada em 1977, oferecendo um desfecho para a história da família Skywalker. O episódio final da saga tem sido muito aguardado. Nos Estados Unidos, fãs já acampam em frente ao cinema a uma semana da estreia.

Para segurar a ansiedade, convidamos os leitores do Estado para eleger qual é o melhor episódio de Star Wars. Cerca de 140 pessoas votaram e, para a maioria (38% dos votos), Star Wars: Episódio V - O Império Contra-Ataca, de 1980, é o melhor. Na segunda posição ficou Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança (1977), com 21% da preferência, seguido por Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith, de 2005, que obteve 17% dos votos.

 

Relembre aqui os episódios mais votados:

 

1. Star Wars: Episódio V - O Império Contra-Ataca (1980)

Após destruírem a Estrela da Morte, uma estação espacial gigantesca que era a principal arma do Império, como o título sugere, Luke, Leia e Han sofrem um duro revés, e a identidade do vilão Darth Vader é revelada em uma das maiores reviravoltas do cinema.

 

 

 

2. Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança (1977)

Ao apresentar a jornada do fazendeiro Luke Skywalker, da princesa Leia Organa e do mercenário Han Solo lutando ao lado de rebeldes que se opõem a um império autoritário, Uma Nova Esperança tornou-se um clássico que deu origem a toda uma mitologia e revolucionou o cinema, a ficção científica e a cultura pop para sempre. 

 

 

 

3. Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith (2005)

Encerramento da saga originalmente pensada por George Lucas, A Vingança dos Sith mostra como Anakin foi sendo seduzido pelo lado negro da Força até se transformar, por fim, no poderoso vilão Darth Vader.

 

 

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Veja seleção com os momentos mais marcantes da franquia 'Star Wars'

Na semana que antecede o lançamento de 'Ascensão Skywalker', o 'Estado' preparou uma lista com os vídeos das cenas mais memoráveis da saga; confira

Redação, O Estado de S. Paulo

12 de dezembro de 2019 | 15h40

Falta exatamente uma semana para a estreia de Star Wars - Ascensão Skywalker, que tem data marcada para 19 de dezembro. Assim como já foi divulgado, o longa de J.J. Abrams vai encerrar o ciclo de uma longa história que começou em 1977, pelas mãos do diretor George Lucas, no primeiro filme do universo de Guerra nas Estrelas.

Com um total impressionante de oito episódios, nem sempre sobra aquele tempinho para maratonar a franquia completa no fim de semana. Mas, para te deixar por dentro de tudo o que já aconteceu nestes pouco mais de 40 anos de Star Wars, o Estado fez uma lista com trechos em vídeo, dos momentos mais marcantes de uma das sagas intergaláticas mais famosas de todos os tempos.

Veja logo abaixo:

 

Cena 1 – Explosão da Estrela da Morte

O episódio IV é repleto de cenas clássicas justamente por ser o primeiro a ser filmado. Entre elas, a definição da história naquele momento, com a explosão da Estrela da Morte. Além de ser uma importante vitória para os Jedi, marca também a consolidação do talento de Luke Skywalker em solucionar problemas graves – além de reforçar sua amizade com Han Solo.

 

Cena 2 – Luke descobre que é filho de Darth Vader

Considerado por muitos como o melhor episódio da saga, O Império Contra-Ataca termina com uma emocionante luta entre Luke e Darth Vader. Exausto depois de uma acirrada disputa, Luke está no limite da resistência quando ouve do oponente a frase que se tornou lendária no cinema: "I’m your father", no português, "eu sou seu pai". Não há fã que não se emocione em rever essa que se tornou a mais icônica cena da série.

 

Cena 3 – Um lampejo de humanidade de Darth Vader

Uma das mais fascinantes figuras malévolas criadas no cinema, Darth Vader exibiu raros momentos de interesse pelo próximo. Assim, no final de O Retorno de Jedi, o fã se surpreendeu com Vader se revoltando contra Palpatine, seu chefe, quando este tortura e está prestes a matar Luke. O sofrimento do filho faz com que o vilão use toda sua força para liquidar o então aliado.

 

Cena 4 – Obi-Wan Kenobi x Anakin Skywalker

A saga Star Wars é repleta de duelos marcantes, que transformam os fãs em reféns, à espera da exibição desses momentos. Em A Vingança dos Sith, outro nome lendário da trama, Obi-Wan Kenobi, é visto duelando com o então jovem Anakin Skywalker, cujo conflito com os mestres o faz aderir ao Lado Negro da Força. Ao final desse duelo, Kenobi corta, de uma só vez, um braço e as duas pernas do ex-Jedi que, para as lágrimas dos fãs, se descobre ser o futuro Darth Vader.

 

Cena 5 – A morte de Yoda

Há fã que torce o nariz para O Retorno de Jedi, mas, se há um personagem fascinante que marca o episódio é o mestre Yoda. É por ele que os fãs da série descobrem o valor da Força e é por ele também quem informa a Luke, agora um Jedi, a existência de outro Skywalker: a princesa Leia é irmã de Luke. Não bastasse a sucessão de informações, o fã acompanha ainda a morte do mestre Yoda.

 

Cena 6 – Princesa Leia tem a força

OK, a cena é controversa e foi criticada por muitos fãs, que a consideram exagerada. Mas traz a prova concreta de que Leia também detém os poderes da Força, mesmo não tendo sido treinada para ser uma Jedi. E como isso acontece? Em Star Wars: Os Últimos Jedi, parte da nave onde ela está é destruída e a princesa é jogada para o espaço. Mas ela consegue usar a Força para mover o próprio corpo ao transporte, salvando assim sua vida.

 

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Qual é a melhor ordem para assistir aos filmes de 'Star Wars'?

Com nove filmes na série principal, a saga criada por George Lucas pode parecer inacessível aos novos fãs

Redação, O Estado de S.Paulo

10 de dezembro de 2019 | 06h00

Com tantos filmes lançados em 42 anos de história, a saga Star Wars pode parecer impenetrável para novatos. Pensando nisso, o Estado fez um pequeno guia para esclarecer a ordem em que os nove longas da série principal devem ser assistidos — e uma ordem alternativa que muitos fãs recomendam para quem quer se arriscar na franquia pela primeira vez.

Sem contar com os filmes derivados, as animações, os games, os livros, as graphic novels e todo o absurdamente amplo universo expandido da saga, Star Wars tem nove episódios em sua série principal. A sequência em que os filmes foram lançados é a seguinte: 

Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança (1977)

Ao apresentar a jornada do fazendeiro Luke Skywalker, da princesa Leia Organa e do mercenário Han Solo lutando ao lado de rebeldes que se opõem a um império autoritário, Uma Nova Esperança tornou-se um clássico que deu origem a toda uma mitologia e revolucionou o cinema, a ficção científica e a cultura pop para sempre. 

Star Wars: Episódio V - O Império Contra-Ataca (1980)

Após destruírem a Estrela da Morte, uma estação espacial gigantesca que era a principal arma do Império, como o título sugere, Luke, Leia e Han sofrem um duro revés, e a identidade do vilão Darth Vader é revelada em uma das maiores reviravoltas do cinema.

Star Wars: Episódio VI - O Retorno de Jedi (1983)

Luke finalmente se torna um cavaleiro Jedi após se submeter a um duro treinamento com o mestre Yoda e, então, retorna no auge de seu poder para enfrentar, uma vez mais, Darth Vader.

Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma (1999)

Muitos anos antes das aventuras narradas pela trilogia clássica, o Jedi Obi-Wan Kenobi e seu mentor, Qui-Gon Jinn, encontram Anakin, um jovem com grande potencial para manipular a Força. Eles resgatam essa criança para evitar que seu poder seja usado para fins errados.

Star Wars: Episódio II - Ataque dos Clones (2002)

Alguns anos depois de ser recrutado, Anakin acompanha seu mestre, Obi-Wan, por uma trama política que revela mais sobre o funcionamento da antiga República, antes que o Império tomasse o poder da galáxia. O filme mostra o amadurecimento de Anakin e sua paixão por Padmé, ex-rainha do planeta Naboo.

Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith (2005)

Encerramento da saga originalmente pensada por George Lucas, A Vingança dos Sith mostra como Anakin foi sendo seduzido pelo lado negro da Força até se transformar, por fim, no poderoso vilão Darth Vader.

Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força (2015)

Embora o Império tenha sido derrotado por Luke, Leia e Han, a galáxia caiu novamente nas mãos de uma facção autoritária e militarista, a Primeira Ordem. Cabe a uma nova geração de heróis — a sucateira Rey, o piloto Poe e o ex-soldado Finn — enfrentarem o vilão Kylo Ren, filho de Han Solo e Leia Organa.

Star Wars: Episódio VIII - Os Últimos Jedi (2017)

Enquanto Rey tenta convencer o agora recluso e amargurado Luke Skywalker a conduzir seu treinamento Jedi, os integrantes remanescentes da resistência são caçados pelas naves da Primeira Ordem.

Star Wars: Episódio IX - A Ascensão de Skywalker (2019)

O novo filme de Star Wars, que estreia no Brasil no dia 19 de dezembro, encerrará a série principal iniciada em 1977, oferecendo um desfecho para a história da família Skywalker. 

Filmes derivados

Além da série principal, a saga Star Wars tem diversos filmes spin-off, sendo os principais A Guerra dos Clones (2008), animação que conta mais sobre o panorama político da época em que Anakin ainda não havia se aliado aos malignos Sith; Rogue One (2016), que narra o sacrifício dos rebeldes que conseguiram roubar os planos da Estrela da Morte e possibilitaram a vitória de Luke contra o Império; e Solo (2018), que revela mais detalhes sobre o passado de Han Solo.

Ordem alternativa

Há uma mudança que alguns fãs de Star Wars comumente propõem aplicar à ordem dos filmes da série principal, e que tornaria a experiência mais interessante.

Como os episódios 1, 2 e 3 (lançados entre 1999 e 2005) servem como preparação para os eventos que se passam nos episódios 4, 5 e 6 (os mais antigos, lançados entre 1977 e 1983), a ordem preferida de alguns dos espectadores para aproveitar as duas primeiras trilogias é: 4 - 5 - 1 - 2 - 3 - 6. Depois, viriam os filmes mais recentes, 7, 8 e 9.

Dessa forma, quem assiste tem um panorama das origens de Darth Vader antes de conferir o encerramento de sua história. Não é a ordem oficial, mas é uma alternativa que circula entre os fãs.

 

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Turma da Mônica faz crossover com 'Star Wars' em episódio de 'Mônica Toy'

Veja em primeira mão o cartaz da colaboração entre a turma do Limoeiro e a Disney; vídeo será exibido na pré-estreia do novo filme da franquia, 'A Ascensão Skywalker'

Guilherme Sobota, O Estado de S. Paulo

17 de dezembro de 2019 | 21h30

Para celebrar o lançamento de Star Wars: A Ascensão Skywalker  — estreia dos cinemas nesta quinta, 19 — a Mauricio de Sousa Produções elaborou um vídeo de 30 segundos, inserido na série Mônica Toy, a ser exibido nas pré-estreias do filme no Brasil, e depois disponibilizado no Youtube. Aqui, você vê em primeira mão imagens da colaboração entre a MSP e a Disney.

Estrelando Mônica como Rey e Cebolinha como Kylo Ren, a conclusão da nova trilogia é o tema do episódio especial da animação em 2D. Essa é a terceiro colaboração entre Mônica Toy e o cinema (Capitã Marvel e Vingadores já apareceram por lá).

Produzido por Kathleen Kennedy, J. J. Abrams e Michelle Rejwane, dirigido por J. J. Abrams, Star Wars: A Ascensão de Skywalker tem roteiro de J. J. Abrams e Chris Terrio.

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Confira o tapete vermelho em Hollywood para 'Star Wars: A Ascensão Skywalker'

Os veteranos Mark Hamill e Harrison Ford compareceram ao evento em Los Angeles, ao lado das jovens estrelas dos últimos três filmes, Daisy Ridley , John Boyega e Oscar Isaac

Valerie Macon, AFP

17 de dezembro de 2019 | 16h06

 

As estrelas do nono e último episódio da saga Star Wars desfilaram pelo tapete vermelho de Hollywood, que parou na segunda-feira para a aguardada estreia do filme.

Star Wars: A Ascensão Skywalker conclui oficialmente a saga iniciada por George Lucas em 1977.

Os veteranos Mark Hamill (Luke Skywalker) e Harrison Ford (Han Solo) compareceram ao evento em Los Angeles, ao lado das jovens estrelas dos últimos três filmes, Daisy Ridley (Rey), John Boyega (Finn) e Oscar Isaac (Poe), assim como outros convidados de luxo, como Steven Spielberg e Spike Lee.

"Olhar todo esta mise-en-scène é bastante desconcertante", declarou à AFP Anthony Daniels, que interpreta o droide C-3PO em todos os filmes da série Star Wars. "E uma experiência tão grande que não tenho certeza se consigo lidar com isso. Mas estou orgulhoso de estar aqui e orgulhoso de fazer parte disso", completou.

Especialistas calculam que a bilheteria do fim de semana de estreia deve ficar entre 200 e 225 milhões de dólares nos Estados Unidos e Canadá, o que posicionaria o filme entre as maiores estreias da história do cinema.

 

 

O CEO da Disney, Bob Iger, disse à AFP que os fãs da saga terão a sensação de "um tipo de encerramento, um sentimento de satisfação" por seus personagens favoritos. "Star Wars é provavelmente a mitologia mais importante e valiosa do nosso tempo, da era moderna", disse. "Se você considerar a base global de fãs que adoram esta narrativa desde 1977, por mais de 40 anos ... esta noite é a culminância de nove filmes, é uma noite incrivelmente importante".

 

A palavra final

Os detalhes do filme permaneceram em sigilo, mas o diretor J. J. Abrams declarou que os três personagens - Rey, Finn e Poe - se reuniriam, após a separação em Os Últimos Jedi (2017), um aspecto que dividiu os fãs.

O filme se passa um ano depois do oitava episódio e tem duração de 141 minutos, um pouco mais curto que o anterior.

Abrams é o único cineasta, além de George Lucas, a dirigir mais de um filme da franquia.

Depois de comandar O Despertar da Força em 2015, que bateu o recorde bilheteria de todos os tempos na América do Norte, ele foi chamado de volta depois que o diretor Colin Trevorrow foi demitido por não atender os desejos da Lucasfilm com sua visão para o longa-metragem.

Abrams teve que lidar com a morte de Carrie Fisher, cuja emblemática princesa Leia teve um papel central no fim da saga, graças ao uso de material descartado no filme VII.

A Disney conseguiu aumentar a expectativa dos fãs com novos clipes e trailers, divulgados durante o fim de semana.

Em um deles, a voz do imperador Palpatine declara: "Esta será a palavra final na história dos Skywalker", enquanto Star Destroyers e Stormtroopers vermelhos lutam contra os X-Wings e combatentes da Resistência.

Em outro clipe, o vilão Kylo Ren (Adam Driver) afirma: "Eu sei quem você é. Eu conheço o resto da sua história", o que provocou debates entre os fãs sobre o mistério a respeito dos pais de Rey.

 

Tela em branco

Os fãs querem aproveitar cada segundo da estreia, sobretudo porque a Disney, que comprou a Lucasfilm em 2012, produziu cinco filmes da franquia em cinco anos e prometeu uma pausa para evitar a fadiga.

O calendário de estreias do estúdio não revelou os títulos dos próximos filmes, previstos para 2022, 2024 e 2026. "Não temos pressa. Sabemos que os fãs desejarão outro filme, ou mais filmes, e vamos produzi-los", disse Iger.

Mas os fãs não permanecerão de mãos vazias. Eles podem assistir a série de TV do Disney+ The Mandalorian e aguardam outras duas séries com Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) e as estrelas do filme de sucesso Rogue One (2016).

"A beleza do processo é que estamos parados diante de uma tela em branco e pintamos, pintamos, pintamos", declarou Iger. "E quando a imagem estiver boa, mostraremos ao mundo".

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