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Após oito temporadas, o ator Michael C. Hall como o serial killer de 'Dexter' REUTERS/Peter Iovino/Showtime Network

'Dexter': Veja o resumo de cada temporada e relembre o controverso final da série

A produção deve ganhar uma nova fase em 2021 com o protagonista Michael C. Hall

Leandro Nunes, O Estado de S.Paulo

15 de outubro de 2020 | 11h52

Dexter, um dos serial killers mais conhecidos da televisão, está prestes a voltar para as telas. A emissora confirmou que a franquia de oito temporadas vai ganhar uma nova história, com o astro protagonista Michael C. Hall.

A produção transmitida em oito temporadas a partir de 2006 é inspirada em Darkly Dreaming Dexter, uma série de livros do escritor e dramaturgo Jeff Lindsay. Na trama, Dexter é um analista forense de padrões sanguíneos e trabalha na divisão de homicídios do departamento de polícia de Miami.

No entanto, Dexter também é um assassino em série que mata pessoas não capturadas pela polícia. Com os conhecimentos da profissão, ele constrói um ritual próprio para executar criminosos, geralmente em mesas de cobertas com plástico, roupas especiais e luvas, para não deixar rastros.

Ao longo de oito temporadas, a série reuniu marcos, como o episódio piloto, visto por mais de um milhão de telespectadores. Dexter foi a série mais assistida do canal Showtime por dois anos.

Na televisão aberta, a produção foi o primeiro programa em duas décadas a ser transmitido nacionalmente após ser divulgado em um canal a cabo. O sucesso também teve reconhecimento das principais premiações. Dexter foi eleita uma das dez melhores produções do ano de 2006 e 2007. Perto de ser encerrada, oprograma foi indicado em 125 premiações, 32 delas pela interpretação de Hall, além de faturar dois Globo de Ouro, sete Satellite Awards e cinco Saturn Awards.

Relembre as temporadas e entenda o final de Dexter. Alerta de spoiler!

 

Primeira temporada

A série apresenta o protagonista e o passado sangrento de Dexter, da infância com a família adotiva, após a morte de sua mãe. Com um humor particular, o analista forense tem uma vida dupla, com tendências psicopatas, que esconde da namorada Rita. Enquanto isso, um vilão chamado Ice Truck Killer, o ITK, começa a ser investigado pela polícia por espalhar partes de corpos mutilados pela cidade. Enquanto Dexter persegue ITK, sua irmã Debra (Jennifer Carpenter) se envolve com o médico Rudy.

 

Segunda temporada

Com a mudança de Debra para o apartamento de Dexter, as coisas ficam mais difíceis. Ele tenta se comportar como uma pessoa normal, já que está na companhia da irmã e também sob suspeita do sargento Doakes. Nesse período surge Lila, uma psicopata que ajuda Dexter a lidar com sua raiva e a presença do agente do FBI Lundy na cidade.

 

Terceira Temporada

Em crise ética com sua natureza assassina, Dexter sofre com as consequências de seus atos. Sua confiança no promotor Miguel Prado entra em risco quando o sujeito passa a figurar no código mortal de Dexter. É nessa temporada que Rita descobre que está grávida. Dexter vai ser papai.

 

Quarta temporada

Uma das melhores temporadas, a continuação premiada com Globo de Ouro e Emmy prossegue ao narrar a nova rotina de Dexter, como pai de família. No episódio mais visto até então, no canal Showtime, Dexter conhece Trinity Killer, um assassino há mais de 30 anos e Debra cresce na temporada, após a morte do namorado. Em uma das cenas mais inesperadas, Dexter enfrenta Trinity Killer e ao chegar em casa descobre que sua família pagou um preço alto.

 

Quinta temporada

Ao começar exatamente no final da temporada anterior, a série ganha nova dinâmica. Agora Dexter precisa reunir forças para lidar com a perda na família. Enquanto enfrenta o luto, o serial killer conhece a jovem Lumen, uma das vítimas do assassino Dark Passenger, que também vai para a mesa de Dexter. O agente Liddy começa a desconfiar da integridade do protagonista e a irmã de Dexter segue confiante em sua fase na delegacia. 

 

Sexta temporada

Grandes momentos. Dois fanáticos religiosos, o professor James Gellar e Travis criam cenas aterrorizantes a partir de inspirações bíblicas e logo entram no radar do protagonista. Em um jogo de perseguição, Dexter coloca em risco sua família e o grande segredo do analista forense é descoberto pela irmã. 

 

Sétima temporada 

Com grandes mudanças, a trama deixa de apresentar um grande inimigo por temporada e foca na relação de Dexter com Debra, após ter seu segredo revelado. Medo, negação e repulsa assombram a detetive e ela não consegue acreditar em seu irmão. Isso muda um pouco quando Debra é salva por Dexter de um assassino. É aqui que o protagonista conhece Hannah, e se identifica com a "versão feminina de si." A mulher logo vira desafeto de Debra e Dexter se vê dividido.

 

Oitava temporada

Para coroar o grande final da série, Dexter ganha mais um vilão. O sujeito arranca pedaços do cérebro de suas vítimas depois de mortas. Com a chegada da Dra. Evelyn Voguel, a privacidade de Dexter é invadida e a série debate ideias filosóficas sobre a escuridão na natureza humana. O protagonista precisa manter o filho em segurança, e Hannah vai ajudá-lo com isso. Debra está em seu momento mais frágil, e sua despedida é emocionante.

A insegurança lança Dexter em um auto-exílio, sem conseguir manter a vida dupla e a seguraçã de sua família, conforme disse o roteirista Scott Buck, em 2014. "O ato mais altruísta possível para Dexter era se afastar e se entregar a seu monstro interior. Era isso que queríamos passar naquela cena final, naquele olhar do Michael. Dexter abandonou sua humanidade pelo bem daqueles que amava."

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Serial killer da série 'Dexter' volta com novos episódios com estreia em 2021

O canal Showtime aprovou o retorno da produção que deve ser gravada este ano com o astro protagonista Michael C. Hall

Reuters, O Estado de S.Paulo

15 de outubro de 2020 | 07h51

Dexter, um dos serial killers mais conhecidos da televisão, está prestes a voltar para as telas. O canal de TV a Cabo Showtime anunciou nesta quarta-feira que aprovou um revival de 10 episódios da série Dexter, com seu astro Michael C. Hall interpretando novamente o especialista em homicídios Dexter Morgan, que trabalha no Departamento de Polícia de Miami e nas horas vagas atua como um assassino de criminosos. 

"Nós só revisitaríamos esse personagem único se pudéssemos encontrar uma abordagem criativa que realmente estivesse à altura da série original. Bem, estou feliz em anunciar que o produtor executivo Clyde Phillips e o ator Michael C. Hall a encontraram", disse Gary Levine, presidente de entretenimento do Showtime em nota. 

Dexter foi ao ar em oito temporadas até 2013, conquistando diversos prêmios e consolidando uma tendência de anti-heróis ambíguos na televisão norte-americana, que incluiu o mafioso em conflito Tony Soprano (da série Família Soprano) e do carismático Don Draper (de Mad Men). 

No final da série, Dexter desliga os aparelhos que mantinham sua irmã Debra viva, descarta seu corpo no mar e então sai velejando em direção a um furacão, no que seria, aparentemente, sua morte. Mas o programa terminou com uma breve passagem que mostrava Dexter trabalhando com lenhador e vivendo sozinho. 

O Showtime não deu pistas sobre o enredo do revival, e nem se algum dos outros personagens principais da série voltaria. O canal disse que espera começar a produção ainda neste ano, com uma possível data de estreia para o último trimestre de 2021.

 

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Elenco de 'Dexter': veja como estão os atores da série

A última temporada da série sobre o serial killer foi ao ar em 2013, no ano que vem ela retornará às telinhas em uma edição especial

Samuel Costa, O Estado de S.Paulo

16 de outubro de 2020 | 12h43

O canal Showtime anunciou que fará um revival da série Dexter, que teve seu último episódio transmitido em 2013, depois de nove temporadas de sucesso. Em todo esse tempo, a série foi premiada com 2 Globos de Ouro. A notícia do reencontro do elenco para a nova temporada, que deve ir ao ar no ano que vem, animou a internet e o que não faltou foi gente especulando sobre o elenco e como estão os atores após sete anos da última temporada. 

Michael C. Hall (Dexter Morgan)

Quem dava vida a Dexter, um agente do Departamento de Polícia de Miami que mantinha uma vida dupla como serial killer, era Michael C.Hall. O ator caiu no gosto, não só dos espectadores, mas também da crítica e foi agraciado com um Globo de Ouro em 2010 e foi indicado a cinco Emmys. Após o término da série, ele estrelou a série original da Netflix Safe. Além da produção, o ator participou dos elencos de A Noite do Jogo, Sombra Lunar e O Relatório, este último da Amazon Prime Video

Jennifer Carpenter (Debra Morgan)

Jennifer Carpenter, por sua vez, interpretava Debra Morgan, irmã do protagonista da série. Após o fim da série, a atriz esteve em produções como Onde O Diabo Esconde e Confronto no Pavilhão 99. Ela ainda protagonizou a série Inimigo Interno, da Universal/NBC. 

James Remar (Harry Morgan)

O patriarca Harry Morgan era interpretado por James Remar. Após o fim de Dexter, ele se atuou principalmente em séries para TV. Esteve em duas da Warner Bros Television/DC, Raio Negro e Gotham. Remar ainda participou de Grey’s Anatomy e NCIS: Los Angeles

David Zayas (Tenente Angel Batista)

David Zayas, o Tenente Angel Batista, esteve no elenco da série Gotham, série da Warner Bros Television/DC Comics, e Bloodline, da Netflix. O ator também participou dos longas Saint George, Annie, Tallulah e Operação Obscura, esse último estreou no último mês de setembro. 

C.S Lee (Vince Masuka)

C.S Lee, que interpretava Vince Masuka, depois que a série Dexter chegou ao fim,  fez algumas participações em produções como 24 Horas: O Legado, Silicon Valley, Máquina Mortífera e MacGiver

Veja abaixo por onde andam outros atores que participaram de Dexter

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Roteirista de 'Dexter' comenta a última cena da série

'O ato mais altruísta possível para Dexter era se afastar e se entregar a seu monstro interior', diz Scott Buck

Clarice Cardoso, O Estado de S. Paulo

19 de fevereiro de 2014 | 19h31

Dexter é uma dessas séries que aparecem de vez em quando com uma premissa irresistível: um serial killer com alma caridosa. Durante o dia, o personagem interpretado por Michael C. Hall é um irmão exemplar que trabalha para a polícia de Miami, ajuda a resolver crimes (e, assim, sacia em parte sua sede de estar sempre em contato com sangue). À noite, caça implacavelmente criminosos que conseguiram escapar da Justiça. Só ataca quando conseguiu provas suficientes de sua culpa. Segue à risca um código moral inventado por seu pai.

As primeiras temporadas mantinham o atrevimento dessa ideia inicial e se resolviam muito bem. Confome o tempo ia passando, porém, a coisa parecia se repetir: Dexter se envolvia com algum vilão que ameaçava derrubá-lo, a coisa se arrastava por alguns episódios e, como num passe de mágica, em um episódio (ou menos) tudo se resolvia e todos seguiam sua vida. O showrunner da série, Scott Buck admitiu ao Estado que parte disso foi um risco assumido por ele: estava no jogo fazer algo presumível para continuar entregando aos fãs a série de que eles gostavam.

No oitavo e último ano, porém, Dexter parecia mudado na aparência. Arrumou uma namorada diferente das que tinha antes: esta também era uma assassina. Não foi a primeira com quem compartilhou seu segredo, mas sim a única que entendia o passageiro negro que levava dentro dele, a necessidade e o prazer de matar e tirar uma vida. Hannah (Yvonne Strahovski) entrou fundo em sua vida: envolveu-se com o filho pequeno de Dexter, passou a atuar quase como sua madastra. Os dois planejavam uma fuga juntos para a Argentina, onde começariam uma vida nova, do zero. Era propaganda de margarina demais para um homem que pica suas vítimas em pedacinho e as joga no mar dentro de sacos de lixo.

"Apenas na superfície Dexter começou a ser uma pessoa mais humana, mais agradável", explica Scott ao Estado. "O próprio Michael comentou que, quanto mais humano Dexter se tornava, quanto mais ele virava um cidadão exemplar, mais aterrorizante era o fato de que ele ainda saía à noite para assassinar pessoas. De muitas maneiras, depende do modo como você encara a série e o personagem."

"É mais fácil perdoar um monstro por agir como um monstro do que perdoar alguém humano por fazer a mesma coisa. Então, Dexter foi virando alguém mais bondoso, mas, do lado de dentro, era mais aterrador que ele conseguia manter essa máscara tão bem sendo quem ele era. Além do que, ele era um pai solteiro de um bebê, ele era tudo o que aquela criança tinha, e ainda assim arriscava tudo para sair e continuar com suas matanças. Como pode ver, há muitos ângulos pelos quais você pode encarar o modo com que ele agia", completa.

Muito do que Scott diz ao Estado se resume no olhar de Michael para a câmera na cena final da série. Depois de causar uma situação que levou à morte da irmã, sua única parente, abandona a namorada com o filho rumo à Argentina e forja a própria morte. Ninguém sabe o que se deu dele. Até que o encontramos no meio dos Estados Unidos dentro de uma cabana. Ele está fisicamente diferente, e olha para a cama com um olhar forte, penetrante. O passageiro interno que ele tanto tentou controlar finalmente assumiu o controle.

"Fizemos um programa sobre um serial killer, então seria totalmente fora de contexto dar a ele um final feliz. Nunca ficaríamos feliz com uma situação assim. Sei que Dexter sempre se safou de todas as tragédias que aconteceram em volta dele: a morte da Rita, a morte de Doaks, a morte de LaGuerta... Ele sempre saiu dessas situações quase sem cicatrizes, e voltava para sua vida normal. Finalmente, com a morte da irmã dele, ele percebeu que ele foi totalmente e diretamente responsável por tudo isso. E essa era a nossa intenção. Foi só nesse momento que ele se deu conta de todo o dano que havia provocado, o que se somou à toda a dificuldade que ele teve por toda a temporada de tentar equilibrar seu lado psicopata com seu lado humano. Foi quando ele percebeu que tinha de dar um fim a isso. Saber que ele era um perigo em potencial para a namorada e para o filho o fez tomar a decisão mais humana de sua vida: sair da vida deles", explica Scott. "O ato mais altruísta possível para Dexter era se afastar e se entregar a seu monstro interior. Era isso que queríamos passar naquela cena final, naquele olhar do Michael. Dexter abandonou sua humanidade pelo bem daqueles que amava."

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O chefe de ‘Dexter’ comenta os novos jeitos de ver TV

Scott Buck diz que público mudou com serviços sob demanda e locadoras virtuais, mas séries ainda são feitas como antigamente

Clarice Cardoso, O Estado de S. Paulo

19 de fevereiro de 2014 | 19h12

Um homem capaz de atos deploráveis é um herói aos olhos de uma grande audiência. O quase vilão que vira queridinho do público tem se tornado comum nas séries, e um dos mais marcantes da TV contemporânea é Dexter Morgan, da série homônima, vivido por Michael C. Hall em oito temporadas.

A série trata de um serial killer que, guiado por um rígido código de ética criado por seu pai, mata com requintes de crueldade criminosos que conseguiram escapar da polícia. A premissa é ousada, e as primeiras temporadas guardam um tom de atrevimento que manteve o público interessado. Depois, vieram alguns tropeços, e ela parecia se repetir. “Era quase inevitável estando há tanto tempo no ar”, admite Scott Buck, o showrunner, ou seja, o grande nome por trás de Dexter.

“Quando qualquer série começa a envelhecer, as fórmulas passam a soar familiares para quem a acompanha de perto. Aí, você se vê diante de um dilema: tentar surpreender e acabar com algo um pouco diferente, ou deixar como está, correndo o risco de se tornar previsível. Nos dois casos, você vai decepcionar alguém”, explica ao Estado por telefone do Rio, onde participou do 2.º Programa Globosat de Roteiristas.

“A responsabilidade principal de um showrunner é entregar ao público a série de que gosta, ser inovador e manter-se fiel à sua proposta original, o que fica mais difícil ao longo dos anos.”

Com tanta experiência na televisão, Scott tem uma visão privilegiada das mudanças no comportamento do telespectador em relação ao conteúdo. Mesmo no Brasil, já são consideráveis as opções que oferecem a liberdade de decidir como e quando ver seu programa favorito: há a TV sob demanda, os sites como o Netflix e os aparelhos, que algumas operadoras brasileiras oferecem há alguns anos, que permitem gravar a programação e assistir quando quiser. Isso muda a relação que nós temos com aquilo a que estamos vendo, e Scott nota em si mesmo esses efeitos.

“Eu mesmo não faço ideia de quais programas estão no ar, há anos não sei. Porque mesmo que eles não estejam em serviços sob demanda, eu posso gravá-los e ver depois. São muito poucos os títulos que me cativam a ponto de me fazer ir para casa na hora exata em que vão ao ar, e acho que isso se aplica a boa parte da audiência norte-americana. Uma tendência que tende a se espalhar. O roteirista tem de estar ciente de que há opções de mais. Não estamos naquela época em que alguém via o que estivesse passando. A gente vê exatamente o que quiser”, afirma.

Outro hábito que cresce entre grupos de fãs é o de comprar caixas de DVDs ou o de assinar um serviço como o Netflix e assistir a toda uma temporada de uma vez só – o que em inglês tem até nome, “binge-watching”. Isso sim, ele diz, representa um desafio para um roteirista: “O modo como pensamos a narrativa precisa ser outro. É o caso dos ganchos de suspense ao fim dos episódios”.

Serviços como o Netflix e, mais recentemente, nos EUA, a Amazon, passaram a não só prover conteúdo, mas a produzi-lo. House of Cards, do primeiro, é uma febre que entrou para a história ao vencer um Globo de Ouro. Para Scott, porém, a inovação vai só até a exibição. “A mudança no jeito de ver TV ainda não alterou o modo de escrever, fazer e produzir programas”, crava. “Muitas dessas séries recém-lançadas são benfeitas, mas são produzidas de um jeito muito similar às tradicionais. O que ressalto é que abrem um mercado maior para os roteiristas, e quanto mais canais e espaços de exibição, melhor para nós”, arremata.

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