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Tommy Egan vira protagonista na nova temporada de 'Power'

‘Power Book IV: Force’ teve a melhor estreia de uma série do canal Starz nos Estados Unidos

Mariane Morisawa, Especial para o Estadão

25 de fevereiro de 2022 | 05h00

A jornada de Power, a série produzida por Curtis Jackson, mais conhecido como 50 Cent, entre 2014 e 2020, continua sendo de sucesso. O terceiro spin-off, Power Book IV: Force, teve a melhor estreia de uma série do canal Starz nos Estados Unidos, superando o fim das temporadas de outros programas de destaque do ano, como Dexter: New Blood, Yellowjackets e The White Lotus. A série estreou no dia 6 de fevereiro no Brasil, na plataforma Starzplay, lançando cada um dos dez episódios todos os domingos. “Quando comecei com Power, eu recebia somente US$ 17 mil por capítulo, e isso sendo produtor-executivo, ator e o principal chamariz do marketing”, disse 50 Cent durante painel no evento da Associação de Críticos de Televisão. “Isso demonstra o quanto eu queria fazer o projeto. Funcionou e tornou-se um grande negócio, foi um sucesso”, afirmou o também rapper norte-americano.

Power Book IV: Force pega um dos personagens mais queridos de Power, Tommy Egan (Joseph Sikora), o parceiro e melhor amigo do protagonista Ghost (Omari Hardwick), e o transporta de Nova York para Chicago. “Ele chega sem nada e só quer sobreviver”, explicou Sikora, que nasceu em Chicago. “É a cidade mais dividida do norte do país. Chicago foi a primeira cidade moderna americana – as outras se baseavam na Europa. Ela foi estruturada para fomentar divisões e para que os poderosos sempre continuassem no poder. Temos responsabilidade de falar disso. Em Nova York não existe um bairro 100% negro. Em Chicago, há. Então, na série, quem é esse branco tão confortável em uma comunidade negra? O que ele está fazendo aqui? Chicago fica imediatamente hesitante com Tommy.”

50 Cent disse que se encontrou na televisão, o que explica a estreia de três dos quatro spin-offs planejados quando Power estava chegando ao final, todos no espaço de um ano e meio. “Eu cresci sem ter muita coisa”, disse o rapper e produtor. “Então, assim que minha música caía do nº 1, eu ia trabalhar em outra coisa que pudesse ser nº 1. Na televisão é assim também. O final de uma temporada também é a estreia de outra série. Eu não tenho medo de me aventurar”, afirmou.

 

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