Laisa Gomes/Fundação Casa de Rui Barbosa
Laisa Gomes/Fundação Casa de Rui Barbosa

Número 2 da Fundação Casa de Rui Barbosa é exonerado

Marcos José da Silva Neves, que atuava como auditor interno na instituição, é o novo diretor-executivo da Fundação Casa de Rui Barbosa

Redação, O Estado de S. Paulo

13 de agosto de 2020 | 08h01

Ronaldo Leite Pacheco Amaral, nomeado em janeiro deste ano como diretor-executivo da Fundação Casa de Rui Barbosa, foi exonerado do cargo nesta quinta-feira, 13. Amaral substituiu Lucia Maria Velloso de Oliveira, que atuava na instituição há 26 anos, uma semana depois que a presidente Leticia Dornelles afastou também o diretor e os chefes dos centros de pesquisa, incluindo Flora Süssekind, que pediu sua aposentadoria recentemente, quase 40 anos depois de chegar à Casa de Rui Barbosa como bolsista.

Para o lugar de Ronaldo Leite Pacheco Amaral foi nomeado, também nesta quinta, Marcos José da Silva Neves. Ele foi servidor da Controladoria-Geral da União e, em maio passou, a exercer a função de auditor interno na Fundação Casa de Rui Barbosa. Marcos Neves já foi candidato a vereador no Rio de Janeiro, em 2016.

O cargo de diretor-executivo é o segundo mais importante da instituição. Na ausência da presidente, é ele quem assume.

Um dos mais importantes centros de pesquisa do País e guardiã de importantes acervos, a Fundação Casa de Rui Barbosa corre o risco de ser transformada em uma casa-museu. Ela é vinculada à Secretaria Especial de Cultura.

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