'Viver para Contar' terá 2ª temporada

22 Junho 2011 | 09h23

Depois de apanhar por três anos e selecionar 150 histórias até chegar a apenas oito viáveis, a equipe de documentários da Conspiração Filmes já se sente experiente para engatar uma segunda temporada da série Viver para Contar, coprodução com o Discovery Channel, em tempo mais curto. O último episódio da primeira safra - que vem sendo exibida há três anos -, sobre os homens do Exército Brasileiro soterrados no terremoto do Haiti, vai ao ar na próxima semana, dia 30, às 21 horas, reunindo depoimentos comoventes - todos gravados aqui. A equipe sequer pisou no Haiti; as dramatizações foram feitas nos escombros do Hospital do Fundão, implodido no Rio.

Debutante

Com 30 anos de profissão, Leilane Neubarth diz que a notícia a emociona hoje do mesmo modo como a emocionava em início de carreira. É mais um testemunho que as grifes do canal têm dado pelos 15 anos da GloboNews, a se completarem em outubro.

42

pontos de média de audiência é o novo recorde de Insensato Coração, conquistado na segunda-feira, por ocasião do reencontro de Marina e Pedro.

"Eu bato palmas, é um sinal meu para chamar ainda mais a sua atenção." Do entusiasmado Luciano Faccioli, anteontem, narrando episódio no Brasil Urgente, da Band.

Ainda sobre Viver para Contar, o diretor Maurício Vellez, sobre a dificuldade em se concluir cada episódio, contou que durante a reprodução do caso sobre o voo da Varig que fez pouso de emergência na Floresta Amazônica em 1989, o piloto Cézar Augusto Padulla Garzez teve de aparecer como personagem secundário, já que ele teria pedido cachê de R$ 25 mil.

A Globo não cogita, por enquanto, mudanças no formato de apresentação do SPTV 1.ª edição, que trocará um casal (Chico Pinheiro e Mariana Godoy) por um único jornalista (César Tralli) a partir do 2.º semestre.

Em contato com a coluna, o estilista Ronaldo Ésper garantiu que foi ele quem deixou a Vila Tudo É Possível, em produção na Record para o programa de Ana Hickmann, porque um integrante do elenco, "o palhaço Santos", conhecido como Iran, tumultuava as gravações.

"Disse ao Vildomar (Batista, diretor do programa) que eu só ficaria por R$ 50 mil. Ele disse que ninguém ganha isso lá. Mentira! Aquilo deveria ser Vila Tudo É Impossível", disse Ésper à coluna.

A Vila Tudo É Possível, segundo ele, é tratada na Record como mix de Chaves, Sai de Baixo e A Grande Família. A Record construiu até cidade cenográfica na Barra Funda para a produção que ocupará 40 minutos do programa de Ana Hickmann e pode ganhar voo solo.

A morte de Salomão Hayalla (Daniel Filho) terá a ver com medicamentos na nova versão de O Astro, macrossérie da Globo.

Dirigida pelo filho Mauro Mendonça Filho, Rosamaria Murtinho comemorou o papel de Magda, a tia de Clô Hayalla (Regina Duarte). "Enfim não serei a coroa que pega rapazinho", disse ela durante coletiva de imprensa de O Astro, ontem. "Serei uma tia, solteirona e que, se bobear, é virgem."

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