Um filho, uma morte e dois casamentos

Terceiro e penúltimo ano da saga de Henrique VIII começa hoje, às 21h, no canal People + Arts

Etienne Jacintho, O Estado de S.Paulo

08 de agosto de 2009 | 23h52

A 3ª e penúltima temporada de The Tudors estreia hoje, às 21 horas, no People+Arts. O novo ano começa com o casamento do rei Henrique VIII com a terceira mulher, lady Jane Seymour, que, segundo historiadores, foi aquela considerada pelo rei sua verdadeira mulher. Foi ela quem deu a Henrique o único herdeiro homem que sobreviveu além da infância, Eduardo VI.

A temporada será mais curta, mas não menos dramática, com oito episódios, que contarão a gravidez de Jane, o nascimento de Eduardo VI, e a consequente morte da mulher por septicemia pós-parto. No último capítulo, Henrique se casa com Ana de Cleves, mas já de olho em Catarina Howard, prima de Ana Bolena, que virá a ser sua quinta mulher.

SAGA REAL

O canal americano Showtime já garantiu que a 4ª temporada de The Tudors, que será exibida em 2010, encerrará a saga do reinado de Henrique VIII, que começou em 2007 e impressionou público e crítica com figurinos perfeitos e reprodução fiel de cenários. Apesar de mostrar a política de Henrique VIII e sua batalha contra a igreja católica, a série baseia suas temporadas nos romances reais, afinal, Henrique foi famoso por causa de suas seis mulheres, inúmeras amantes e alguns prováveis filhos ilegítimos (apenas um deles reconhecido oficialmente).

A saga teve início com o primeiro casamento do rei com Catarina de Aragão, viúva de seu irmão, Arthur. E acompanhou o drama dela quando o rei decidiu casar-se com outra. A segunda temporada segue a vida do rei com Ana Bolena até sua decapitação. A terceira temporada trará dois casamentos: com Jane Seymour e Ana de Cleves. Já a última temporada abordará, em dez episódios, os dois últimos casamentos de Henrique VIII - com Catarina Howard e Catarina Parr -, sua reconciliação com as filhas Maria I (com Catarina de Aaragão) e Isabel I (com Ana Bolena) e sua decadência vinda com a doença (sífilis, provavelmente) e os decretos insensatos do fim de seu reinado.

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