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Sou como uma mulher, diz Daly

Intérprete de Pete fala de sua vida e comenta o início intenso do 3.º ano de Private Practice

Ethienne Jacintho,

13 Fevereiro 2010 | 16h00

O episódio que abre a 3ª temporada de Private Practice, no ar dia 22, às 22 horas, na Sony, traz acontecimentos marcantes para todos os personagens, em especial para o dr. Pete Wilder, papel de Tim Daly. "Explica muito sobre as causas de Pete ter se desviado de seu caminho", conta o ator. "Ele ouviu uma espécie de chamado do relógio biológico, viu que estava pronto para fazer as coisas diferentes e não sei o que vai acontecer. Essa jornada tem sido fascinante."

 

E esse tal relógio biológico existe para homens? "Ah, isso não sei, pois sou mais como as mulheres", brinca Daly. "Meus filhos hoje já são crescidos e saíram de casa. Às vezes me pego na cozinha, sozinho, reclamando que eles foram muito egoístas de crescerem e me deixarem sozinho (risos)." Ele comenta que a filha mora em Nova York e o filho, em Los Angeles mesmo e eles se encontram bastante. "Dá vontade de colocá-los na cama e ler histórias. Às vezes faço isso, mesmo eles sendo grandes e fedidos."

 

Essa fase madura de Pete talvez faça com que ele se acerte com Violet (Amy Brenneman), mas o ator não aposta em uma solução imediata para o caso. "Acho que eles merecem a chance de ficarem juntos, mas não acredito que Shonda Rhimes (a criadora da série) seja capaz de colocar um casal junto sem que aconteça alguma merda muito rápido", brinca. "No fim da temporada passada, os problemas de Violet saíram do caminho e um relacionamento se desenhou, mas aí acontece essa tragédia (no primeiro episódio da nova temporada). Gostaria muito de ver um momento de alegria para eles."

 

A felicidade vai ter de esperar, uma vez que o início de temporada promete um ano intenso para o casal, no melhor estilo Shonda Rhimes. "O primeiro episódio trouxe cenas muito emotivas e, para um ator, isso é sempre desafiador", fala Daly. "Nessas cenas você usa todo o seu poder artístico para tornar as cenas críveis", afirma o ator, que considera mais difícil fazer o trivial. "Quando há um episódio em que seu personagem não tem arcos dramáticos fortes é fácil fazer papel de bobo."

 

Viagem feita a convite da Sony

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