Pode preparar o seu gogó

Inédita no País, 'Glee' é uma comédia meio 'Moulin Rouge', meio 'High School Musical'

O Estado de S.Paulo

08 de junho de 2009 | 09h35

Se existisse uma casa de apostas dedicada apenas aos seriados americanos (se já tem uma, foi mal!), Glee seria uma ótima dica para se fazer uma fezinha. Ainda inédita no Brasil, o piloto da atração da Fox foi ao ar nos EUA junto com o final de American Idol. Eis uma estratégia ousada, já que sua primeira temporada só começa em setembro. Mas a julgar pela reação dos americanos - e dos internautas do mundo todo - a comédia engrena.

 

Criada por Ryan Murphy, de Popular e Nip/Tuck, a trama conta a história de um professor de espanhol que assume o cambaleado Glee Club de seu colégio. O Glee é um clube musical pop, não um coral. Sua tarefa será reerguê-lo para a disputa do Campeonato Regional.

 

Entre os alunos que aceitam o desafio estão uma filha de dois pais gays que se acha a Barbra Streisand, uma japonesa lésbica, uma gordinha metida à Aretha Franklin, um gay e um cadeirante. Ah! E o astro do time de futebol americano.

 

A sinopse é meio High School Musical, vá lá! Mas o texto é ácido e os (talentosos) atores não são pessoas de 30 anos interpretando adolescentes. O deleite mesmo é a trilha sonora, que mistura os hits dos musicais Chicago e Grease com os hits radiofônicos de Amy Winehouse e Katy Perry.

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