DamonWinter/The New York Times
DamonWinter/The New York Times

Obama pode fazer aparição no último programa de David Letterman

Apresentador se despede do 'Late Show' nesta quarta-feira

O Estado de S. Paulo

20 de maio de 2015 | 09h28

O último Late Show com David Letterman vai ao ar esta quarta-feira, 20, colocando um ponto final no formato que conduziu ao longo de 33 anos. Especula-se que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, possa fazer uma aparição especial, ou quem sabe ser entrevistado, no programa derradeiro. A atração musical também segue em sigilo. Paul McCartney? Rolling Stones? David Bowie? Quem vai encerrar os trabalhos musicais?

O cantor norte-americano Eddie Vedder, líder do Pearl Jam, tocou uma versão emocionante do hit Better Man para se despedir do apresentador David Letterman na segunda-feira, 18. O canal oficial do programa Late Show with David Letterman no YouTube publicou o vídeo da apresentação.

Na terça, 19, foi a vez de Bill Murray  - primeiro convidado dos programas de Letterman na NBC (em 1 de fevereiro de 1982) e na CBS (30 de agosto de 1993) -, que decidiu saltar de um bolo gigante e de Bob Dylan. Apesar de ter sido apresentado como o maior compositor dos tempos modernos, Dylan - que há mais de 20 anos não ia ao Late Show - não cantou uma de suas composições, tendo preferido mostrar The Night We Called It a Day, presente em seu recente álbum de standards do cancioneiro americano

História. As despedidas começaram há duas semanas, com entrevistas especiais. Bill Clinton, Julia Roberts, George Clooney e Oprah Winfre foram alguns dos convidados. Quase sem nenhum planejamento rígido, Letterman mostrou que a TV de fim de noite pode oferecer mais do que monólogos sobre as notícias do dia e uma conversa bem humorada com celebridades convidadas (embora ele fosse capaz de fazer isso também). Ele fez do seu programa uma casa para desajustados e esquisitões, para brigas de tapas de Andy Kaufman e solilóquios esganiçados de Larry 'bud' Melman, em que chamadores de aves campeões ou sua própria mãe eram considerados mais importantes do que estrelinhas de Hollywood e bandas de rock em ascensão.

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