O lado maligno do Homem-Aranha

No terceiro filme da série, Peter Parker é influenciado pela sua roupa, agora negra

Ubiratan Brasil, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2007 | 17h40

A face mais maligna de Peter Parker finalmente aflora em Homem-Aranha 3, que a Sony lança na quarta-feira. Quando a sua roupa de Homem-Aranha repentinamente se transforma, tornando-se negra e aumentando seus poderes, ela também transforma Peter. Sob a influência dessa nova roupa, Peter se torna convencido e arrogante, passando ainda a negligenciar as pessoas que mais ama. Enquanto dois dos mais temidos vilões já vistos, Homem-Areia (Thomas Harden Church) e Venom (Topher Grace) se unem para arquitetar uma incrível vingança contra o Homem-Aranha, a maior batalha de Peter é consigo mesmo. Apesar de dividir os críticos, o filme demonstrou mais complexidade que seus antecessores, promovendo a rara união entre cinema espetáculo com a introspecção. Os extras da caixa trazem aquele detalhismo esperado pelos fãs, ou seja, como foi a construção de cada um dos vilões, a aventura de ser dublê em um filme repleto de ação, além do cuidadoso trabalho com o som. Não faltam, claro, as tradicionais entrevistas com o elenco e o diretor Sam Raimi e o apropriado documentário sobre os telhados de Nova York.

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