O karma agora é dentro do xilindró

3.ª temporada de My Name is Earl traz Earl pagando os seus (não) erros atrás das grades

Gustavo Miller, O Estado de S.Paulo

22 de novembro de 2008 | 20h29

My Name is Earl foi umas das séries que mais sofreram com a greve dos roteiristas de Hollywood. A produção de sua terceira temporada foi interrompida no 13º episódio, atrapalhando toda a sua programação, que previa 25 capítulos. O baque foi duro, pois a trama (que vinha bem) ficou chocha depois do hiato, que rendeu mais cinco episódios feitos na correria.Isso é visível no DVD da terceira temporada. Earl (Jason Lee) é condenado à prisão por dois anos ao assumir um crime cometido por sua ex-esposa Joy (Jaime Pressly). Por que ele fez isso? Karma, para variar. No xilindró, Earl reencontra amigos - e inimigos - do seu tempo de marginal. Seu inseparável irmão Randy (Ethan Suplee) até descola um emprego de carcereiro para ficar ao seu lado. Atrás das grades, Earl vê que dois anos depois de ter ganhado na loteria e perdido o bilhete premiado, suas tentativas de consertar os erros do passado não serviram para nada. My Name is Earl ainda corre atrás do bom humor pastelão de seu primeiro ano. Para combater essa irregularidade e alavancar sua audiência, a série aposta nas participações especiais. O colírio Alyssa Milano, ex-Charmed, faz uma ponta nessa terceira temporada.

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