O jeito é o download

Enquanto a TV digital demora para se expandir pelo território brasileiro, as emissoras de televisão apostam na parceria com as operadoras de telefonia móvel para levar seus programas à telinha. O conteúdo pode ser visto via streaming ou download.

Gustavo Miller, O Estado de S.Paulo

16 de maio de 2009 | 23h21

Claro, Tim e Vivo dizem não cobrar o tráfego de dados, apenas o acesso aos programas. É um alívio. O preço nas operadoras varia. Pode-se escolher planos de 30 minutos, de 24 horas ininterruptas etc. São valores que vão de R$ 2,40 a R$ 15.

Desde a semana passada, a TV Cultura libera na Claro trechos dos programas Cocoricó, Rá-Tim-Bum e Pé na Rua. "Nossas pesquisas mostram que o jovem vê TV de outro jeito, então precisamos atingir outras plataformas", diz Mauro Garcia, diretor de Novos Projetos da Cultura.

A Band tem conteúdo na Vivo, Claro e Tim (que tem 15 canais). Na Vivo, os quadros do CQC são os mais baixados e assistidos. "Ligamos o mundo offline da TV com o online do celular. Abrimos novas janelas para o mundo do telespectador", explica Walter Ceneviva, vice-presidente Executivo da TV Bandeirantes.

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