O detetive que se acha. E é

O Estado acompanhou a gravação de um dos 5 novos capítulos [br]de Mandrake, da HBO

Bruna Fioreti, O Estado de S.Paulo

23 de julho de 2007 | 22h38

Nas ruas do Rio, Marcos Palmeira é, de novo, Mandrake, personagem-título da série da HBO em parceria com a Conspiração Filmes. A boa aceitação do advogado- criminalista-mulherengo criado por Rubem Fonseca trouxe a equipe de volta às gravações para mais cinco capítulos da primeira temporada. A maratona - em parte testemunhada pelo Estado - terminou em 17 de junho, mas Mandrake só deve ser exibida no segundo semestre. Para isso, Palmeira se manteve de stand by por dois anos. "Foi um acordo de cavalheiros e eu queria continuar."A série volta mais light: o foco passa para os diálogos inteligentes e cínicos, segundo o diretor José Henrique Fonseca, herdeiro do autor original. Violência e sexo estão mais sutis. Muda também a forma de dirigir. Fonseca, em parceria com André Barros, agora está à frente de todos os capítulos. Antes cada episódio era tratado comum um filme diferente. "Usamos a mesma tinta da outra vez, mas pensamos a série como um todo", diz Fonseca.Bom para os atores. A empolgação passa para o elenco rotativo de Mandrake. Mônica Martelli, convidada que faz o papel principal do episódio 12, ficou à vontade no set para criar a espontânea Ligia, "um Mandrake de saias", na visão da atriz. Mais um caso para o advogado resolver e, claro, se possível, levar a mocinha como troféu.

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