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Netflix chega a acordo com grupo satanista após denúncia por plágio

Denúncia afirmava que série tinha copiado a estátua de Baphomet, demônio representado como um macho de cabeça de bode, com forma antropomórfica

EFE

22 Novembro 2018 | 10h20

A Netflix chegou a um acordo com o grupo Templo Satânico depois de a empresa ter sido denunciada de plagiar uma estátua que aparece na série O Mundo Sombrio de Sabrina, lançada em outubro deste ano.

Segundo a imprensa americana, Netflix e Warner Bros., que produzem a série em conjunto, chegaram a um acordo com o grupo satanista para evitar que as acusações de infração de direitos autorais, violação de marca registrada e danos empresarias chegassem à Justiça.

Por cada um dos crimes, o Templo Satânico exigia US$ 50 milhões, o que totalizava US$ 150 milhões. No entanto, os valores pagos por Netflix e Warner Bros não foram revelados pelas empresas.

De acordo com a revista Business Insider, o grupo conseguiu fazer que os "elementos identificáveis da estátua de Baphomet" sejam reconhecidos nos créditos dos episódios que já foram filmados.

O Templo Satânico não deu detalhes do acordo com empresas, alegando estar sujeito a uma cláusula de confidencialidade.

O grupo satanista denunciou a Netflix no início de novembro em um tribunal de Nova York, afirmando que a série tinha copiado a estátua de Baphomet, um demônio representado como um macho de cabeça de bode, com forma antropomórfica.

Além disso, os satanistas argumentam que a estátua representa ideais da compaixão, da empatia e da luta pela Justiça. Na série da Netflix, Baphomet é apresentada como um "ponto central de uma escola associada com o mal, com o canibalismo e com assassinatos", segundo o Templo Satânico. 

 

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