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‘NCIS – New Orleans’ estreia quarta temporada com muita adrenalina

Com casos complicados e surpresas, série estreia na quarta, 25, às 21h40, no canal A&E

Mariane Morisawa, Especial para O Estado de S. Paulo

25 de julho de 2018 | 06h00

NEW ORLEANS - Nova York e Los Angeles foram cenário de tantas séries e filmes que é quase como se conhecêssemos, mesmo sem nunca tê-las visitado. Então é revigorante ver outras paisagens de vez em quando, como na série NCIS – New Orleans, que estreia sua quarta temporada no Brasil nesta quarta, 25, às 21h40, no canal A&E. “Nunca estive numa cidade como esta”, disse Scott Bakula, que interpreta Dwayne Pride, o líder do escritório local do Serviço Investigativo Criminal Naval (Naval Criminal Investigative Service, NCIS), focando em crimes que vão de terrorismo a tráfico de drogas. “Historicamente, essa é uma cidade com muita diversidade. É verdadeiramente uma cidade de imigrantes, e New Orleans nasceu de todas essas culturas diferentes colidindo e se mesclando. Então o clima da cidade, a comida, a música, a história do jazz, todas essas coisas infundem a série com essa textura e vibração e esse colorido que realmente tentamos manter. Eu chamo de panela de gumbo (cozido local que costuma misturar frutos do mar, linguiça, vegetais, com temperos variados, de origem mesclada francesa, espanhola, alemã, africana e indígena).”

Pride é um apaixonado por música, e ela se faz presente na série por influência do próprio Bakula. Bandas e artistas locais são convidados para se apresentar no bar de Pride. “Acho que foi uma boa ideia”, afirmou Lucas Black, que faz o agente Christopher LaSalle. “Há muita gente artística aqui de jeitos muito diferentes, muitos festivais que tentamos incorporar aos nossos episódios, quando possível.”

Não raro, o elenco precisa gravar cenas de perseguição e tiroteio em plena Bourbon Street, que concentra os bares mais famosos da cidade. “É um pesadelo”, admitiu Rob Kerkovich, que vive o cientista forense Sebastian Lund), acrescentando, porém, que isso costuma dar mais caráter à série. Daryl Mitchell, que faz o “hacker” incorporado à equipe Patton Plame, opinou: “A arquitetura é completamente diferente, chamo de Caribe do Norte. Frequento Belize, e New Orleans se parece muito. O povo adora contar uma história, e as melhores sempre têm a ver com espíritos”.

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A série abordou questões da cidade, como as consequências da inundação pós-furacão Katrina e, coincidentemente, trouxe uma candidata negra à prefeitura pouco antes de a primeira prefeita negra ser eleita na cidade – LaToya Cantrell assumiu o cargo em maio. “Digo que não somos nós que valorizamos a cidade, a cidade é que nos valoriza”, afirmou Mitchell.

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A quarta temporada traz o grupo tentando proteger Pride, que costuma tomar decisões fora do protocolo, enfrentando sozinho os riscos. Ele se mete em confusão ao ir a pedido de um amigo à América do Sul, mais precisamente na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai – tudo rodado em New Orleans mesmo. Outro episódio aborda um refugiado sírio suspeito de ter se radicalizado.

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Os outros personagens também encaram desafios diferentes: LaSalle (Black) está com problemas familiares com seu pai, que sempre quis determinar o futuro do filho; a legista Loretta Wade (C.C.H. Pounder), sem os filhos por perto, envolve-se mais com a política da cidade; Sebastian (Kerkovich) agora está na função de agente de campo; Tammy Gregorio (Vanessa Ferlito) deixa de ser a iniciante e conquista o respeito da equipe; e o passado de Patton é explorado, principalmente o relacionamento com sua mulher depois do acidente que o deixou paraplégico.

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