NCIS: Los Angeles fala português

Daniela Ruah, que atua com Chris O'Donnell e LL Cool J, fala da série que estreia na quarta-feira

Etienne Jacintho,

27 Fevereiro 2010 | 16h00

TREINO - Atriz teve aula de tiro e falou com agentes do NCIS. Foto: Ron P. Jaffe/Divulgação

 

Daniela Ruah é americana, mas cresceu em Portugal, onde atuou em algumas novelas nas redes RTV e TVI. Decidiu estudar em Londres e foi para Nova York, a fim de se aventurar na principal indústria do entretenimento. Nesta quarta, às 21 horas, no canal A&E, o público brasileiro poderá ouvi-la falando português em NCIS: Los Angeles, spin off da série de maior sucesso nos EUA. O derivado começou bem e foi a série nova de maior audiência por lá. Mérito não só do NCIS original, que "doou" o ator Rocky Carroll (o chefe Leon Vance) ao spin off, mas também do elenco que conta com Chris O’Donnell, LL Cool J e a veterana Linda Hunt. Por telefone, Daniela conversou, em português, com a imprensa brasileira sobre a nova série. "É bom para praticar", disse.

 

Você aparece falando português já no primeiro episódio. Você ainda trabalha em Portugal?

 

Agora, vivendo em Los Angeles, é um pouco difícil, porque, como você sabe, novelas ocupam muito tempo, mas, claro, se aparecer um trabalho em Portugal que me agrade, não descarto nada.

 

Como foi gravar o crossover com a equipe do NCIS original?

 

Claro que, inicialmente, nós sentimos que era estranho, porque eles já têm uma energia comum e funcionam como grupo há muito tempo, mas, felizmente, eles foram muito receptivos. Mark Harmon foi bastante fraternal. Eles nos mostraram como é a vivência diária ao gravar uma série, porque, por mais que eu tivesse tido uma experiência em Portugal, o ambiente é diferente, os horários são diferentes e a forma como as coisas funcionam é diferente. Eles tornaram nossa primeira experiência uma experiência ótima.

 

Não é muita pressão estar em uma atração derivada da série de maior sucesso atualmente na TV americana?

 

Acho que o canal criar um spin off de uma série original, principalmente no nosso caso, não é conflitante. Estamos no mesmo canal. A série original tem a audiência dela e nós temos a nossa. As séries também são muito diferentes. Só fazemos parte da mesma equipe.

 

Como a série tem várias cenas de ação, o que você teve de aprender para viver a agente Kensi?

 

Logo no início, deram aulas de tiro para podermos praticar. Nunca tinha pegado numa arma e, por isso fomos aprender como deve ser. Temos sempre um consultor conosco no set. Tivemos também uma palestra com agentes do NCIS ainda na ativa.

 

Sua personagem, assim como a Ziva de Côte de Pablo, tem ascendência estrangeira e é a única mulher em campo. Você se preocupou em como iria diferenciar essas duas personagens?

 

No início foi uma preocupação, mas, rapidamente, desapareceu essa preocupação da minha cabeça.

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