Monk numa de suas hilárias temporadas

É a quarta do seriado com o detetive que sofre de transtorno obsessivo-compulsivo

Antonio Gonçalves Filho, O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2008 | 22h15

Com quatro DVDs, a caixa com a quarta temporada de Monk (Universal) traz 16 episódios divertidos e, em alguns casos, comoventes, como o do bebê com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) que seduz o detetive Adrian Monk (Tony Shalhoub). Ele se identifica com o garoto a ponto de resistir a devolver o pequeno à mãe. Embora raramente seja descrito como portador desse distúrbio - nem é necessário - Monk já está assim há 11 anos. Foi em 1997 que sua mulher morreu numa explosão de carro, deixando o marido com uma série de tiques e fobias.Monk ficou três anos trancado em casa e desenvolveu algumas manias que são, ao mesmo tempo, sua salvação e perdição: não sai de casa sem deixar tudo limpo, tem obsessão pela simetria e morre de medo de contágio. Como é detalhista, é convocado por um tenente para solucionar crimes obscuros.Monk, a série criada por Andy Breckman, já está na sexta temporada (estreou em julho de 2002) e continua terrivelmente crítica em relação à cultura do consumo e ao sentimento paranóico da sociedade americana. Faz isso com competência e humor, como no episódio em que Monk vai a um desfile de moda. Imperdível.

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