Mil razões para amar J.J. Abrams

Apesar do piloto da série 'Fringe' não ser genial, Abrams consegue prender seus expectadores

Etienne Jacintho, O Estado de S.Paulo

21 de março de 2009 | 23h27

O piloto de Fringe pode não ser genial, mas J.J. Abrams sabe o que faz. Lá no 3º episódio já dá uma loucurinha para saber mais. Quem é o dr. Bishop? Peter é fruto de um experimento do pai? O que é a empresa Massive Dynamic? J.J. sabe mesmo criar suspense. E não digo somente por Lost, mas por Alias e até Felicity, série juvenil viciante.

 

Fringe pode dar, de início, uma sensação de déjà vu por causa de Arquivo X, mas, quando John Noble, na pele do dr. Bishop, aparece em cena, a coisa dá uma virada. Fora a trilha sonora para os momentos de suspense. Impossível para uma fã de Lost ficar alheia a algo tão familiar.

 

As mulheres, que já adoram Sawyer e Jack, são presenteadas com Joshua Jackson (Dawson's Creek). É um sonho vê-lo com cabelo batido e sem o mala do Dawson. J.J. tem faro. Apostou em atores desconhecidos - Jennifer Garner, Scott Foley, Michael Emerson, Terry O'Quinn, Greg Grunberg, Melissa George - e levou à TV estrelas estrangeiras como Isabella Rossellini, Sônia Braga, Mía Maestro. J.J. é o cara!

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