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Marília Gabriela atribui baixo ibope do 'Roda Viva' à TV Cultura

À frente do programa em 2011, jornalista disse ao 'Estado' que não se pode culpar apresentadores

Alline Dauroiz - O Estado de S. Paulo,

09 de fevereiro de 2012 | 10h59

SÃO PAULO - Ainda que, desde outubro, o Roda Viva da Cultura tenha crescido na média mensal do Ibope (após reformulação total), a jornalista Marília Gabriela afirma que, entre 17 de outubro e 19 de dezembro de 2011, os dez programas que foram ao ar com Mario Sergio Conti na bancada registraram média de 1,02 ponto e, comparado ao mesmo período de 2010 - quando ela estava no comando da atração -, a média ficou em 0,94 ponto, o que caracteriza empate técnico, segundo dados do Ibope.

 

“O problema com a (baixa) audiência do Roda Viva não é de responsabilidade dos apresentadores. É, sim, uma séria questão da e para a TV Cultura”, disse a apresentadora ao Estado.

 

Desde que retornou às origens, com a saída de Marília Gabriela da bancada e a volta do formato em que diversos entrevistadores sabatinam um convidado, o Roda Viva, da Cultura, cresceu em audiência.

 

O Estado publicou em nota nesta segunda-feira, 6, que com Marília, que entrou em agosto de 2010 e não fazia o programa ao vivo, a atração registrava média de 0,7 ponto - oscilando entre 0,4 e 0,8 ponto. A curva ascendente no Ibope começou logo após a saída da loira, com a estreia de Mario Sergio Conti na bancada, em 17 de setembro.

 

De outubro a dezembro, o Roda cresceu de 0,8 para 1,2 ponto - com recorde de 1,5 ponto na participação de Datena, em 21 de dezembro. Em janeiro, o ibope caiu para 0,9 ponto, média maior que a registrada por Marília.

 

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