Kelly Carlson fala de Kimber

Atriz veio ao País para divulgar o 5.º ano de 'Nip/Tuck', que estréia quarta, às 22h, na Fox

Etienne Jacintho, O Estado de S.Paulo

19 de abril de 2008 | 23h36

Em sua passagem pelo Brasil, a atriz Kelly Carlson deixou claro que se sente muito à vontade com seu corpo e sua sexualidade e que só topa fazer as cenas picantes de Nip/Tuck porque todas têm um propósito. "Não é sexo gratuito", fala a loira. Ela jamais posaria nua para revistas como a Playboy, mas mostra seu corpão na telinha há 5 anos na pele de Kimber, na pesada série exibida pela Fox. Nesta 5ª temporada que estréia nesta terça-feira, às 22 horas, os cirurgiões plásticos Christian Troy (Julian Mahon) e Sean McNamara (Dylan Walsh) se mudam de Miami para Los Angeles e lá terão de conquistar a difícil clientela de artistas, aspirantes a artistas, socialites... Na nova cidade, o que não vai faltar é crítica à indústria do entretenimento e a Hollywood. Kelly não gosta de falar se fez ou não plásticas. Para fugir da pergunta de um dos jornalistas presentes na entrevista coletiva em São Paulo, a atriz respondeu: "Eu era homem." Para ela, uma cirurgia pode fazer bem para uma pessoa e mal para outras, porque pode se tornar obsessão. "Mas tudo feito com moderação é bom", fala. A atriz contou que Nip/Tuck faz mais sucesso fora dos EUA pelo fato de que as pessoas que vivem em países como o Brasil lidam melhor com a questão da sexualidade e entendem mais o relacionamento entre homens e mulheres. "Os americanos estão acostumados às comédias românticas, que são pura fantasia", explica Kelly. "Nos EUA, as pessoas se relacionam da maneira como acham que deveriam se relacionar e não como é de verdade."

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