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Ian Somerhalder fala sobre a nova série de vampiros 'Apocalipse V'

Com 10 episódios, a série acaba de chegar ao catálogo da Netflix

Carla Menezes e Sandy Oliveira, Especial para O Estado

06 de dezembro de 2019 | 17h43

Ian Somerhalder está de volta às telas. O ator, conhecido pelos trabalhos em Lost, Smallville e por viver o vampiro Damon Salvatore, durante as oito temporada de The Vampire Diaries, retorna aos trabalhos como o Dr. Luther Swann em Apocalipse V (V-Wars), nova aposta da Netflix. Com 10 episódios, a série acaba de chegar ao catálogo da empresa de streaming e promete cativar os fãs do gênero. Em entrevista ao Estado, o ator americano garante que a nova produção é diferente de tudo o que já fez até hoje. 

“É muito diferente de Vampire Diaries, trazendo uma visão moderna desse gênero, que é fascinante, e podemos trabalhar de várias maneiras com ele. A diferença é que não existe nada de sobrenatural nesses vampiros de V Wars”, disse Ian. 

Baseada no best-seller homônimo de Jonathan Maberry, a história de Apocalipse V gira em torno de um surto genético mutante, que leva à primeira guerra entre vampiros e humanos. O desenrolar da trama traz temas do cotidiano das sociedades de forma geral. “Eu amo o quão relevante Apocalipse V é por discutir temas com que estamos lidando agora no nosso mundo, como mudanças climáticas, fronteiras, racismo, doenças e o medo”, contou o ator, que é também um defensor dos direitos humanos. 

Na série, o Dr. Luther Swann (Ian) busca a cura para uma doença misteriosa, responsável por transformar os humanos em vampiros. Ele entra em cena ao saber que o melhor amigo, Michael Fayne, interpretado pelo ator Adrian Holmes, se transformou em um vampiro que se alimenta de outros seres humanos. 

À medida que a doença se espalha e mais pessoas são contaminadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos, colocando pessoas normais, que escaparam do surto, contra o crescente número de sanguíneos, como são chamados os vampiros na série. 

O doutor Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto o melhor amigo se torna o poderoso líder subterrâneo da sociedade vampiresca, que ameaça toda a sociedade. 

“Essa é uma série que fala sobre o mundo. Começa nos Estados Unidos, mas rapidamente se torna global”, disse Ian. A ideia é mostrar vampiros de vários lugares do mundo. Sobre a possibilidade de haver um vampiro brasileiro, James Gibb, produtor executivo da série, conta como poderia ser esse personagem: “Eles podem ser sexy, super-rápidos, muito agressivos”.

 

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