Hipocondríaco, eu?

Peter Jacobson diz ao Estado que papel em House o deixou mais nervoso com doenças

Etienne Jacintho, O Estado de S. Paulo

16 de outubro de 2009 | 16h00

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Peter Jacobson diz que interpretar dr. Taub, em House, é seu melhor trabalho. Neste 6º ano da série, que estreia quinta-feira, às 23 horas, no Universal Channel, Taub cresce na trama, uma vez que a saída de Jennifer Morrison foi anunciada. Após chorar a perda do colega Kutner (Kal Penn) – que cometeu suicídio na ficção para integrar o governo do presidente Barack Obama –, Taub terá a vida pessoal explorada e mostrará que merece estar na equipe de House. Por telefone, o ator falou com o Estado.

 

Após 'House', você está mais hipocondríaco ou acha que é capaz de dar diagnósticos?

Adoraria fazer isso, mas não posso. Já era e continuo hipocondríaco. Assistir à série me deixa mais nervoso, pois a cada semana sigo essas doenças e vejo tudo o que dá errado e como é difícil saber o resultado – mesmo que sejam casos raros – e minha imaginação vai longe. Diria que estou 30% mais nervoso. O bom é que temos médicos na equipe. Um dos nossos roteiristas é médico e temos uma enfermeira no set que nos guia durante os procedimentos cirúrgicos. Então, encorajo os hipocondríacos a tentar um papel na série, porque isso faz a vida ser mais fácil.

 

Como você vê a evolução do seu personagem?

Dr. Taub, além de excelente médico (risos), é um homem sério e não necessariamente uma pessoa calorosa. Acho que os autores vão mostrar quais são os fatores que o deixaram assim. Veremos uma pessoa mais profunda, que continuará fechada, mas entenderemos as razões dele para isso.

 

Há algum episódio que, na sua opinião, mostre bem quem dr. Taub é de verdade?

Meu episódio favorito é o que Kutner se mata, pois é sempre divertido estar entre suicidas – mentira (risos)! Porque vemos ele se despedaçar pela primeira vez. A dor foi imensa e é divertido interpretar essa tensão.

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