Gossip Girl não é O.C. - ainda bem!

Quando Serena (Blake Lively) entrou na onda do sexo, álcool e drogas sem rock n? roll em Gossip Girl, quase mudei de canal. Seria uma reedição da Marissa "Chata" Cooper (Mischa Barton) de O.C.? Ainda bem que a crise de pobre adolescente rica durou poucos minutos. E o fim de temporada de Gossip Girl foi salvo! Relutei em escrever sobre Gossip por acreditar que a série era somente para adolescentes. E que o fato de eu gostar muito da série era fruto de uma imaturidade emocional. O mesmo aconteceu quando assisti ao filme Juno. Só me convenci de que não era imaturidade me identificar com a protagonista quando me disseram que uma menina de 16 anos como Juno só existe na ficção. E agora constatei que Gossip é uma daquelas séries que muita gente vê, mas com uma vergonhazinha de admitir. Na última semana, várias pessoas vieram comentar a série comigo: amigas de 20 e poucos, amigas de 30 e poucos e outra que já é avó - essa, inclusive, estava atrás da coleção de livros de Cecily von Ziegesar, que deu origem à série. Bom, parece que o criador Josh Schwartz aprendeu com os erros que cometeu em O.C. e Gossip Girl é considerada a série mais quente do momento. E como não haveria de ser com as bonitonas Blake Lively e Leighton Meester e os bonitões Chace Crawford e Penn Badgley? Sou fã. E as maldadezinhas dos garotos ricos de Manhattan são uma delícia de ver. Fora o figurino... Adoro! A semana teve duas participações incríveis: a volta de Nestor Carbonnell a Lost- Cane era péssima e Richard Alpert é bacana - e a dupla da série Mythbusters da Discovery no laboratório de CSI. Inusitado.

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