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Globo inicia programação do cinquentenário nesta terça-feira

'Luz, Câmera, 50 Anos' reedita 12 títulos do acervo em forma de filme

Cristina Padiglione, O Estado de S. Paulo

06 Janeiro 2015 | 03h00

O aniversário é só em abril, mas, para efeito de programação, os 50 anos da Globo começam a ser comemorados hoje e hão de se estender à grade de todo 2015 da emissora. Luz, Câmera, 50 Anos, sessão que estreia hoje, após a novela Império, resgata em formato de telefilme 12 títulos de ficção do acervo da casa. Não que a seleção englobe os 50 anos da emissora, até porque as raríssimas cenas mais antigas padecem de mau estado de conservação. O pacote inclui títulos desde a primeira minissérie produzida na emissora, Lampião de Maria Bonita, de 1982.

A abertura da lista, no entanto, será feita por produção muito recente - O Canto da Sereia, de 2013, com Ísis Valverde. A produção é a segunda menos antiga da seleção, que vai até A Teia, enredo policial com Paulinho Vilhena e João Miguel, exibida no início do ano passado.

Anos Dourados (1986) é a segunda série mais antiga da lista, que inclui ainda dois seriados - Ó Paí, Ó, com Lázaro Ramos e Wagner Moura, e Força Tarefa, com Murilo Benício. O pacote conta também com O Primo Basílio, As Noivas de Copacabana, O Pagador de Promessas, Maysa e Dalva & Herivelto. A exibição segue a faixa de segunda a sexta-feira.


Antes que a nostalgia noturna se encerre, a Globo põe no ar, à luz do dia, a reprise de O Rei do Gado, novela de Benedito Ruy Barbosa, com direção de Luiz Fernando Carvalho, bela produção de 1996. Os desavisados acharão que estarão sintonizados no canal Viva, abastecido de boas reprises da Globo, mas o título estará de volta ao Vale a Pena Ver de novo, que há anos se ocupa de reapresentações de produções mais recentes. A escolha, valendo a partir do dia 12, também vem sendo atribuída aos 50 anos.

Ainda sem data de estreia definida, o programa que mais se dedica aos bastidores das produções da casa não poderia se ausentar da efeméride. Assim, o Vídeo Show trará de volta nomes que consagraram sua história, a começar por Miguel Falabella e Cissa Guimarães, chegando a André Marques e outras referências do passado, sem perder de foco os apresentadores atuais, Zeca Camargo e Otaviano Costa. Ao Vídeo Show, afinal, caberá uma dose permanente de celebrações da história da emissora, durante o ano inteiro, com direito a surpresas.

De alguma forma, a ideia é encaixar todas as produções de 2015 no cinquentenário. Babilônia, por exemplo, próxima novela das 9, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, há de remeter a outro antigo sucesso da história da Globo, reeditando o par romântico entre Glória Pires e Cássio Gabus. O casal fez barulho em Vale Tudo, escrita pelo mesmo Gilberto, com Aguinaldo Silva, há 26 anos. De novo, ela será a golpista que se casa com ele de olho na conta bancária. E, de novo, ele cai na cantada dela.

Após Babilônia, a Globo aquece as expectativas do calendário vigente com a volta de João Emanuel Carneiro à faixa das 9. O autor de Avenida Brasil retorna com Favela Chique (título provisório), com direção de Amora Mautner, que fez e aconteceu naquela mansão de Tufão (Murilo Benício). Até o Tá no Ar, humorístico, que volta à tela em fevereiro, inclui tributos aos 50 anos, na voz do crítico da “Rede Globo de Televisão”, o nordestino acadêmico vivido por Marcelo Adnet. 

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