'Fringe', uma bela chatice

Tem personagens para todo gosto, mas tudo é sofisticado até demais

Roberto Godoy, O Estado de S.Paulo

21 de março de 2009 | 23h25

Sou eu, ou mais alguém achou a nova série da Warner, Fringe, um coisa assim... meio chata?

 

Teve lançamento de superprodução, piloto avaliado em US$ 12 milhões e, bem, a história é tão confusa quanto a temporada atual de Lost - não por acaso do mesmo bom autor, o J.J. Abrams. Há personagens para qualquer gosto: uma agente de matar de inveja a dupla Scully & Mulder, do velho Arquivo X, um cientista louco (mesmo, de internação em hospício), um sujeito que capta pensamentos e outro que provoca gravidez de alta velocidade, além do homem elétrico, capaz de lançar poderosas descargas.

 

Nesse mix, aparece uma conspiração (é isso?) chamada de O Padrão. Pessoas derretem até os ossos sob seu efeito. Quer saber? Tudo isso é sofisticado demais para o meu limitado Q.I. Nessa linha, o que é o fim de feira de Smallville, hein? No meio da lambança, a revelação: Clark Kent será o Super Homem. Não contem para ninguém.

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