Famosos revelam modas e manias

Conexão Direta, no GNT, tem visual de cinema e papo na linha mesa de boteco

Alline Dauroiz,

16 de novembro de 2010 | 17h00

Bastidores. Sarah Oliveira, do programa Conexão Direta, conversa com a atriz Bárbara Paz

 

 

Cantora e compositora, Marina Lima não gosta de ligar o rádio à toa nem escuta muita música. Sabrina Sato, madrinha de bateria da Gaviões da Fiel, ouvia muito Led Zeppelin na época da faculdade, e Sandy, imagem da menina recatada, quem diria, já tomou alguns porres, um deles homérico. No Conexão Direta, atração de Sarah Oliveira no GNT (no ar às sextas-feiras, 23h), traços inusitados da personalidade de pessoas públicas são revelados em praticamente todos os 15 minutos de duração do programa.

 

 

 

"Meu programa não é polêmico nem invasivo, mas inusitado", explica a apresentadora ao Estado, que acompanhou a gravação do papo com Marina Lima no apartamento onde a cantora vive há dois meses, em Higienópolis, na zona oeste.

 

 

 

Criado por Sarah, em parceria com seu irmão, o cineasta Esmir Filho (de Os Famosos e os Duendes da Morte), o programa tem direção de Vera Egito (de O Cheiro do Ralo) e Brenno Castro (de Som & Fúria), time que explica o "visual de cinema" da atração, filmada por duas pequenas câmeras 5 D.

 

 

 

 

"Queria um programa para exercitar esse meu lado de entrevistadora, que deixa as pessoas à vontade, mas fugindo do senso comum, daquela coisa ‘qual é sua angústia, sabe?’". A proposta, então, consiste em sair às ruas de São Paulo para perguntar o que o entrevistado da vez usaria, vestiria, beberia, comeria, ouviria... e por quê? E, nesse jogo de adivinha é que as revelações aparecem.

 

Sentada na sala, Mariana Lima – que gosta de usar dois relógios no pulso esquerdo – escuta de alguém que ela deve gostar de pizza de rúcula, já que é ligada a cabala e preocupada com a alimentação. "Rúcula? Odeio. Se é pra comer pizza, que seja de calabresa apimentada", diz, meio culpada. "Sei que deveria parar de comer carne e já estou trabalhando nisso, mas ainda não consegui." O assunto delicado da depressão também terminou em pizza. "Ela teve problemas que afetaram sua voz, deve controlar a alimentação." Na mosca!

 

De uma loja de sapatos, escuta que deve adorar um calçado colorido. "Taí! Usaria com meia e saia curta e rodada", concorda. "Só não gosto de sapato baixo. Já sou baixinha, assim ficaria parecida com o Aladin."

No meio da gravação, descobre que um fã seu adora escutar suas músicas na balada, "mas depois das 5 h, né? Porque às 2h ainda é muito cedo pra tocar Marina". Inesperadamente, a cantora cara dos anos 80 não se ofende. "Ele tem razão. Não gosto que minhas músicas tenham ar de saudade, que fiquem presas no tempo. Isso acontece porque foram feitos pouquíssimos remix. Gostaria de me ver revisitada."

 

 

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