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'Evil' traz padre e psicóloga que se dedicam a investigar fenômenos sem explicação

Criadores de ‘The Good Wife’ e ‘The Good Fight’ comandam a execução da série; produção estreia hoje, 01, na Globoplay

Mariane Morisawa, Especial para O Estado

01 de novembro de 2019 | 07h00

Robert King é católico. Sua mulher e parceira de escrita Michelle King é agnóstica. Os dois, criadores de séries como The Good Wife e The Good Fight, agora falam do mal em Evil, que estreia hoje no Brasil, na plataforma de streaming Globoplay

No primeiro episódio da série, Katja Herbers é Kristen, uma psicóloga forense contratada por um padre em treinamento, David Acosta (Mike Coulter), para determinar se um serial killer está possuído pelo demônio ou é um mero psicopata. A partir daí, os dois passam a investigar fenômenos sem explicação, como milagres. 

Sendo uma série dos King, indicados a quatro Emmys, não dá para esperar nada simplificador. “A série não é obcecada em tentar identificar se algo é do mal, mas sim em explicar qual a causa”, disse Robert King em entrevista ao Estado em Los Angeles

Os dois pesquisaram muito para escrever a série, indo a fundo no estudo de religiões e comparando os exorcismos católico, islâmico, judaico e hinduísta, por exemplo. Mas também há episódios que lidam com a tecnologia da realidade virtual. “Estamos vendo como as redes sociais contribuem para as pessoas fazerem coisas más”, disse Robert King. 

Além de encarar os mistérios, Kristen precisa lidar com a criação de quatro filhas, com um monstro que aparece à noite e com um outro psicólogo forense, Leland Townsend (Michael Emerson). “Ele é um vilão inquestionável”, disse Emerson. “Mas suas origens e motivações são obscuras. Ele parece não ter consciência ou culpa. E nunca esteve tão feliz, porque está conseguindo subverter a ordem civil e o Estado de Direito.”

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