Estúdio de tattoo ou de filmagem?

People + Arts grava 12 histórias para o 'Rio Ink', especial inspirado no reality show 'Miami Ink'

Etienne Jacintho, O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2008 | 22h14

Um desenho de autoria desconhecida encontrado em um sebo vai estampar para sempre as costas do designer Bruno Carneiro Mosciaro, de 27 anos. "Quem sabe agora descubro quem é o autor", fala Bruno, enquanto faz caretas de dor ao ser tatuado por Lia, a única representante mulher do quinteto de profissionais que contarão suas histórias no episódio Rio Ink. O Estado foi acompanhar um dia de gravação do Rio Ink, que o canal People + Arts deve colocar no ar no último trimestre deste ano. Antes, a emissora vai estrear L.A. Ink, o reality da dissidente do Miami Ink, Kat Von D. O lançamento será em junho e a tatuadora pin up já marcou uma visita ao Brasil no fim de maio para divulgar a atração. O Rio Ink surgiu de uma conversa entre Lúcio, tatuador e dono do estúdio Banzai, na Barra da Tijuca, e o produtor Ique Gazzola. Eles apresentaram o projeto ao Discovery, a produtora Cara de Cão entrou na jogada e o que começou com uma brincadeira pode virar série, dependendo da resposta do público. A prévia é boa, uma vez que o site do canal recebeu 12 mil inscrições de interessados em serem tatuados. Doze histórias foram escolhidas para a gravação do Rio Ink. Dessas, apenas sete irão ao ar. Entre os escolhidos para a filmagem tem até um torcedor fanático pelo Flamengo, que tatuou o escudo do time carioca no peito. Loucura? Vale tudo para mostrar o Rio sem cair no estereótipo praia e carnaval. Até o vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, caiu na dança. Ganhou uma Iemanjá na panturrilha.

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