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Eles estão entre nós, mas, cuidado, as aparências enganam

Alienígenas vão invadir a Terra em 6 de abril, com a estreia de ‘V’ na Warner

Alline Dauroiz, de O Estado de S. Paulo

27 de março de 2010 | 16h00

Na infância, é comum aprender que não se deve aceitar doces de estranhos. A velha lição, porém, parece ter sido deixada de lado pelos adultos de V, série da Warner que estreia no Brasil dia 6, às 22 horas. Remake de uma série homônima, lançada nos Estados Unidos em 1983, V é a abreviatura de Visitantes. E toda a história começa quando 29 naves alienígenas surgem nos céus de cidades do mundo.

 

A diferença para outras produções do gênero é que, agora, os ETs têm aparência humana e vêm com papo de que são da paz e só querem trocar conhecimento em tecnologia por água e um de nossos minerais. É então que a raça humana, capitaneada pelos americanos, claro, passa a dar total confiança aos novos - e belos - invasores.

 

Mocinhos ou vilões? A questão, que vai permear os personagens, pelo menos nos 13 episódios da primeira temporada, é esclarecida para o público logo no capítulo 1. Quando a agente do FBI Erica Evans (Elizabeth Mitchell) e o padre Jack (Joel Gretsch) descobrem que por dentro da "casca" humana escondem-se répteis e passam a integrar um grupo resistência, fica evidente que os aliens querem dominar nosso mundo.

 

"O mais difícil é fazer uma alienígena parecer a mais humana das criaturas", explica Morena Baccarin, brasileira que interpreta Anna, a líder dos V. "Tenho de deixar as pessoas na dúvida o tempo todo." Em tempo: Morena é carioca, filha da atriz Vera Setta e, no momento, com tamanha exposição - em Los Angeles, há cartazes da série com a imagem da moça por todo canto - é a brasileira mais famosa em Hollywood.

 

Obamamania?

 

Quando chegam à Terra cheios de boas intenções, os V oferecem o Plano de Saúde Universal em seus modernos centros médicos. Assim, em uma das cenas, uma humana reclama dos planos médicos e dá margem à polêmica envolvendo o presidente Barack Obama e o sistema de saúde americano.

 

O elenco, porém, diz que tudo não passou de coincidência. "Fizemos o piloto há um ano, antes da polêmica envolvendo o Obama e o sistema de saúde", diz Morris Chestnut, o Ryan, integrante da resistência. Para a mocinha, Elizabeth Mitchell, mais que questionar o governo, a série trata da crença das pessoas, de Deus e da confiança.

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