E o prêmio tem de ir para...

Quero dizer que estou de luto pela não indicação de Elizabeth Moss, a Peggy de Mad Men, ao Emmy. Mas estou dando pulos de alegria e torcendo muitíssimo por Kristin Chenoweth, a maravilhosa Olive, de Pushing Daisies, a melhor atriz coadjuvante em comédia - pelo menos para mim. Aliás, as 12 indicações de Pushing são mais que merecidas. A série é fofa, original, bonitinha e tão romântica... Graça! Adoro as veteranas divertidas Vanessa Williams, Holland Taylor e Amy Poehler, mas Kristin arrasa!As 8 indicações de Lost me deixaram feliz, afinal, esse 4º ano foi bom. Não acho que bata Mad Men, Damages ou a sempre bacana Boston Legal, mas Lost andava fraquinha de indicações. Ah, O Ben (medo!) foi indicado a melhor coadjuvante em drama, no entanto, a concorrência é brava: William Shatner (Boston Legal) e os ótimos Ted Danson e Zeljko Ivanek - que tem minha torcida -, de Damages, tornam a disputa acirrada. Não entendo (juro!) as 18 indicações de 30 Rock. Só entendo a de Alec Baldwin, porque ele é engraçado. Por isso, The Office e Entourage são as minhas favoritas na categoria melhor comédia, com Two and a Half Men correndo por fora. E, por mais que eu ame Pushing e o ator Lee Pace, é impossível não torcer por Steve Carell como melhor ator cômico por The Office. Na área de ator dramático, não sei para quem torcer. Quem lê essa coluna sabe que amo o dr. House, mas Bryan Cranston mandou muito bem no 1º ano de Breaking Bad e Gabriel Byrne está incrível na igualmente incrível Em Terapia. E o Dexter? Sem esquecer Jon Hamm, o Don Draper da maravilhosa Mad Men. Já como melhor atriz dramática, é possível vencer Glenn Close?

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