'É bom estar vivo!', diz Carlos Bernard

Depois da morte de Tony Almeida e da fraca sexta temporada, o retorno de Bernard soa como um bom presságio

Etienne Jacintho, O Estado de S.Paulo

29 de março de 2009 | 02h07

Quando Carlos Bernard entrou na sala em que sete jornalistas, incluindo esta do Estado, o aguardavam, a primeira coisa que disse foi: "É bom estar vivo!" Depois da morte de Tony Almeida e da fraca sexta temporada de 24 Horas - já sem o personagem -, o retorno de Bernard soa como um bom presságio para a temporada que se inicia. Os primeiros episódios do sétimo ano, com Jack Bauer e Tony Almeida, desta vez em lados opostos, é um deleite para qualquer fã da série.

 

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"Quando voltei (ao set), vi que todos estavam desnutridos (risos). Não sei se por que sentiram muito a minha falta...", brinca Bernard, que sentiu saudade da rotina do trabalho com a equipe. "No primeiro dia de retorno foi estranho, mas no fim da primeira semana, me senti como se tivesse ficado de férias por apenas umas semanas."

Para aguentar a saída da série após cinco anos, Bernard se envolveu em diversos projetos. "Sair teria sido muito difícil se eu não tivesse outros projetos. Você sente falta das pessoas, mais do que qualquer outra coisa", conta. "Você faz grandes amigos, vai trabalhar com eles todos os dias e, de repente, não está mais lá."

O retorno de Tony não é fácil para Jack. Quando descobre que o amigo está vivo, ele fica confuso. Porém, quando percebe que Tony está do outro lado da lei, Jack se sente traído. O público, com certeza, também se sentirá assim. "Está sendo divertido interpretar o vilão. Gosto desses personagens mais sombrios", comenta o ator, que se diz realizado com a chance de estar em uma série como 24 Horas. "Mudou minha vida. Sempre batalhei pela carreira e, para mim, a maior mudança foi trabalhar com todas essas pessoas incrivelmente talentosas que se unem para fazer a série. Para ser ator nesse país é preciso lutar muitos anos. Trabalhar com essas pessoas é a minha maior mudança."

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