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Disney+: O que começar a ver na nova plataforma de streaming

10 conteúdos selecionados para evitar horas e horas tentando escolher o que assistir

Guilherme Sobota, O Estado de S. Paulo

24 de novembro de 2020 | 10h00

A Disney+ promete cerca de 7,5 mil conteúdos na nova plataforma, mas ninguém merece ter que ficar horas e horas decidindo o que assistir em mais um canal. Pensando nisso, e com base em levantamentos e curadorias de veículos internacionais, selecionamos 10 conteúdos para você começar a aproveitar o Disney+:

1 — O Mandaloriano (2019-)

Se a plataforma existisse apenas por essa série, provavelmente teria assim mesmo um número significativo de assinantes. Vencedora de sete prêmios Emmy em seu ano inaugural, a criação do faz tudo Jon Favreau era o que a empresa precisava nesse momento de lançamento de plataforma: uma série reconhecida pela crítica e adorada pelos fãs. Com elenco estrelado e histórias consistentes, fazer parte do universo Star Wars acaba sendo um extra, apenas. Bem, quase isso.

2 — Os Caçadores de Aventuras (1987)

A série clássica do Tio Patinhas e dos irmãos Huguinho, Zezinho e Luisinho em defesa da fortuna do ricaço contra o trio dos Irmãos Metralha começa com a pata Maga tramando o roubo da primeira moeda. Ela tem as vibrações mágicas que contêm o segredo dos negócios bilionários e também pode transformar o Corvo em seu irmão novamente. Talvez em 2020 a mensagem hiper-capitalista da série já esteja um pouco datada, mas a energia sem fim dos patinhos vai garantir horas e horas de diversão para a garotada.

3 — Gravity Falls: Um Verão de Mistérios (2012-2014)

Dipper e Mabel, duas crianças nascidas na cidade vão passar as férias de verão com o rabugento tio-avô Stan nessa versão atualizada e mais esperta das crônicas de mistério do Scooby-Doo.

4 — Kim Possible (2002-2007)

Lidando com as dores de cabeça comuns a adolescentes do mundo todo, Kim Possible conta a ajuda do seu amigo Ron Stoppable, da toupeira Rufus e do hacker infantil Wade para salvar o mundo de uma turma internacional de vilões.

5 — Black is King (2020)

A crítica pode não ter gostado muito do novo remake de O Rei Leão, mas é inegável que o filme ganha camadas com a produção musical de Beyoncé, que é quem assina a trilha sonora. Black is King parte desse trabalho para discutir temas do poder do povo negro do mundo, ancestralidade e feminilidade. Tudo isso cercado de coreografias poderosas, figurinos de cair o queixo e claro, muita música.

6 — Hamilton (2020)

 versão filmada do musical da Broadway, criado por Lin-Manuel Miranda, é um alívio para quem ou não conseguiu os concorridos ingressos nas temporadas nos teatros ou, mais ainda, para quem nunca nem pisou em Nova York. O New York Times chama o conto de Alexander Hamilton uma “ode teimosamente otimista sobre o experimento americano”.

7 — Thor: Ragnarok (2017)

Antes do sucesso cult de Jojo Rabbit, o diretor Taika Waititi tomou a missão de transformar uma das piores franquias da Marvel em… outra coisa. Com esse filme de 2017 e a ajuda de Cate Blanchett como a vilã motivada a destruir o planeta natal de Thor, é razoável dizer que, bem, ele conseguiu.

8 — Moana (2016)

Há tempos a Disney investe na construção de personagens femininas elaboradas (talvez pelo passado ineficiente, para dizer o mínimo, nesse sentido). Nenhuma das heroínas teve um caminho mais bonito do que Moana, a jovem corajosa que embarca numa aventura marítima em direção à Polinésia ameaçada por questões ambientais.

9 — Toy Story (1995)

A animação que mudou a história do cinema é um mundo novo a ser apresentado para crianças e uma dose bastante aceitável de nostalgia para adultos jovens querendo sentir os ventos da infância, essa época aparentemente tão mais simples…

10 — Mary Poppins (1964)

Explica o crítico de cinema do Estadão, Luiz Carlos Merten: "É uma das histórias célebres de Hollywood. Detentora dos direitos do musical My Fair Lady, a Warner investiu numa produção milionária de olho no Oscar. Contratou um grande diretor, George Cukor, o intérprete do papel do Professor Higgins na Broadway, Rex Harrison, mas, para Eliza, o estúdio achou arriscado investir numa novata como Julie Andrews, que fizera a personagem no palco. Audrey Hepburn foi chamada, o filme foi um grande sucesso, ganhou todos os Oscars a que tinha direito, menos o de atriz. Quem ficou com a estatueta foi a desprezada pela Warner, Julie Andrews, que se refizera da decepção aceitando o papel título de Mary Poppins na Disney" — este, um dos filmes "mais prazerosos da história do cinema", agora disponível no catálogo da Disney+.

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