MULTISHOW/DIVULGAÇÃO
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Didi Wagner degusta insetos e leva tapas na cara na nova temporada de 'Lugar Incomum'

Apresentadora passa por programas exóticos em viagem à Tailândia

João Fernando , O Estado de S. Paulo

15 Março 2015 | 18h00

Didi Wagner trabalha buscando opções para o lazer alheio Entretanto, a apresentadora diz não ter tempo de se divertir enquanto roda o planeta para gravar o Lugar Incomum, cuja nova temporada estreia hoje, às 21h30, no Multishow. Desta vez, ela foi à Tailândia e até sofreu um pouco em um momento que seria de relaxamento.

“Fiz uma massagem facial com tapas. A mulher garantiu rejuvenescer o rosto dando uns tapinhas. Mas eu levei umas porradas, ela judiou de mim”, relembra rindo. O único dia livre em duas semanas foi perdido depois de ela passar mal com a comida local, cujas iguarias demandam empenho para serem degustadas. “Comi gafanhoto, mas só as patas. O corpo eu não tive coragem. Você sente mais o tempero do que qualquer outra coisa”, revela. Didi tampouco encarou escorpiões fritos vendido em todo o canto. “Descolei três brasileiros que comeram”.

A loira passou sufoco ao visitar o Grande Palácio de Bangcoc, residência do rei, onde não se pode entrar com roupas que deixem o corpo à mostrar. Por usar jeans rasgados nos joelhos, teve de improvisar. “Fui obrigada a alugar uma saia. Imagina naquele calor, pois já estava de jeans. Virei uma sauna ambulante”, compara ela, que se lembrou do longa Se Beber Não Case 2, rodado na cidade. “Os caras passam o filme inteiro suados. Foi assim. E eu fui no inverno.”

A apresentadora, porém, também visitou praias paradisíacas daquele país, além de pontos turísticos. “A gente procura fazer coisas diferentes, mas não dá para ficar só no lado alternativo. As pessoas também querem ver os cartões postais”, explica.

Didi faz mistério sobre o próximo destino do Lugar Incomum, que começou em Nova York e passou por Paris, Istambul, Tóquio e, recentemente, em, cidades da Suíça. “A gente procura um lugar com tempero”, analisa ela, que sonha em gravar por países da América do Sul e em Israel. “Tirando a questão política é legal porque é o polo de três religiões.”

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