Descobrir um novo ídolo agora é tarefa da Record

Dono de formato mais do que batido, 'Ídolos' estréia em outro canal com desafio de inovar

Keila Jimenez, O Estado de S.Paulo

16 de agosto de 2008 | 23h20

Coincidência do destino ou pura maldade editorial, aqui, bem ao lado de Lobão, está Ídolos, da Record. Você deve estar se perguntando: "Qual é a coincidência?" Lobão quase foi um dos jurados do programa da Record, que finalmente estréia na terça-feira, às 23h. A Record, que tomou do SBT o formato da Fremantle, chegou a convidar o músico para integrar seu júri. Lobão, que não topou o convite, seria o polêmico e mau humorado da vez - no papel de Simon Cowell da versão original, American Idol. A vaga acabou ficando com Marco Camargo, produtor e compositor que já trabalhou com nomes como Roberto Carlos.No mesmo time estão a cantora Paula Lima e o empresário do ramo fonográfico Luiz Calainho, todos comandados pelo multifuncional Rodrigo Faro. Na pauta inicial, a boa e velha sabatina com gente que não tem a menor chance de cantar além do chuveiro de casa, e a escolha dos candidatos com verdadeiro potencial. Para tanto, foram feitas audições em Porto Alegre, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. Com cerca de 30 mil inscritos, o programa selecionou primeiramente 80 candidatos, que viraram 30 e depois 10. Todas essas fases de classificação fazem parte do programa.Anunciado no início do ano, Ídolos demorou para sair do papel na Record. Teve problemas com a escolha de jurados e pilotos foram refeitos. O maior desafio da Record: transformar em novidade um formato já conhecido na TV e descobrir de fato um novo ídolo nacional, coisa que nenhuma dessas atrações conseguiu até agora.

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