Dá licença, Bauer, e não faça drama!

Dá licença, Jack Bauer! Desta vez nem o carisma de Kiefer Sutherland apagou a horrenda 6ª temporada de 24 Horas, atração que foi gongada da lista dos indicados ao Globo de Ouro. Confesso que respiro aliviada, afinal, não dá para negar que o serial killer Dexter, o dr. House, o rei Henrique VIII (The Tudors) e o mórmon Henrickson (Big Love) foram melhores que o agente Jack este ano. Não escondo minha torcida para Hugh Laurie - sim, amo o dr. House -, mas não ficarei triste se Michael C. Hall vencer. Entre as mulheres, a briga vai ser feia e, independentemente de quem ganhar, o prêmio será válido. Como adoro a família Arquette - até o moço que virou moça -, Patricia tem minha torcida. A nova fase de Medium está bacanérrima. Edie Falco é hors-concours, Kyra Sedgwick (The Closer) e Minnie Driver (The Riches) arrasam, Sally Field é meio chata, mas está ótima em Brothers & Sisters. Já Holly Hunter e Glenn Close dispensam comentários. Saving Grace e Damages infelizmente não chegaram aqui, mas são incríveis. A crise bateu no prêmio de série dramática. Grey's Anatomy ou House? Leitores, com médicos como House e McDreamy, até eu quero parar no hospital! Não sei quem é mais inacreditavelmente maravilhoso e charmoso - desculpem a linha gasta com adjetivos. Damages, Big Love e The Tudors podem ser mais produzidas - Mad Men, confesso que desconheço -, mas não dá para não ser fã. O bom foi que a lista mudou e nem me importei de não ver Heroes e Lost, apesar do meu vício pela ilha. Ah, não sobrou espaço para comentar as comédias e o sex appeal de Hank Moody. Deixarei para a semana que vem.

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