Luiz C. Ribeiro
Luiz C. Ribeiro

Biden é tema do ‘Manhattan Connection’, que estreia na TV Cultura nesta quarta

Programa terá como convidados FHC e Temer para falar sobre posse do presidente americano

Ubiratan Brasil, O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2021 | 17h45

Com liberdade para criticar políticos em geral - até mesmo o governo do Estado de São Paulo -, estreia nesta quarta, 20, às 22h, a nova fase do programa Manhattan Connection, agora na TV Cultura, emissora da Fundação Padre Anchieta, que é ligada ao governo paulista. “Poderemos descer a lenha em quem quer que seja”, observou o escritor Diogo Mainardi, que vai dividir os debates com a tradicional bancada do programa: Lucas Mendes, Caio Blinder, Angélica Vieira e Pedro Andrade


O programa ficou no ar durante 28 anos ininterruptos em canais fechados da Globo (GNT e Globo News) até o final de 2020, quando a emissora alegou questões financeiras para encerrá-lo. Na nova casa, o programa volta a reunir os apresentadores que moram em Nova York em um novo estúdio - nos últimos nove meses, a pandemia obrigou cada um a ficar em casa. Mainardi continua falando diretamente de Veneza.

No programa de estreia, que coincide com a posse do presidente americano Joe Biden, a política dará o tom das discussões, que acontecerão ao vivo. A lista de convidados inclui os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, que vão comentar sobre a posse. O jornalista Luis Fernando Silva Pinto também estará na conversa, diretamente de Washington. “Tanto Fernando Henrique como Temer tiveram contato com Biden, quando este foi vice-presidente do Obama, portanto terão muito o que falar”, disse Mendes.


A atração trará ainda o prefeito do Recife, João Campos, e a deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP). “Convidamos Eduardo Bolsonaro, para representar a ala trumpista, mas ele não aceitou”, conta Mainardi. O novo programa contará com quatro blocos e será reprisado aos domingos, às 23h, no horário em que antes era exibido na TV fechada. Ricardo Amorim não pertence mais ao quadro. “Vamos convidar uma economista para seu lugar”, adianta Mendes.

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