Bem explícitos, porém sensíveis

Quando você liga a TV e escuta, em apenas 20 minutos, mais de uma dezena de diferentes palavras para descrever o órgão sexual feminino - vou ser discreta neste espaço - é impossível imaginar que a história vá terminar de um jeito fofo. Mas assim é Californication e Hank Moody é um príncipe encantado às avessas. Karen há de concordar que é impossível privar outras mulheres de ter um pouquinho de Hank. Aliás, o canal americano Showtime é perito em criar heróis em situações adversas. Por exemplo, quem não ama Dexter, o charmoso e inteligente serial killer que mata serial killers? E o que dizer de Nancy, a dona de casa que resolve plantar maconha para sustentar a família, em Weeds? Todos torcem por esses mocinhos e mocinhas tortos. Fora que o canal é perito em criar personagens fortes para atores de peso. Nesse time, além de David Duchovny, Michael C. Hall e Mary-Louise Parker, estão Edie Falco e Toni Collette, que têm duas séries ainda inéditas aqui - Nurse Jackie e United States of Tara.

Etienne Jacintho, O Estado de S.Paulo

01 de agosto de 2009 | 23h34

Na área do explícito, porém sensível, a Showtime apresenta L Word - que já terminou nos EUA , mas segue em cartaz na Warner -, drama das lésbicas de Los Angeles, com muito sexo e linguagem, digamos, sem censura. Sempre adorei L Word e já ri muito com a Alice, mas a série acabou em boa hora. Esse 5º ano já está com cara de série para homem ver - e fantasiar. O que foi a luta no óleo? A Jenny é muito mala! É uma versão lésbica da Meredith, de Grey?s Anatomy! Por sinal, ainda bem que Izzie vive. Afinal, se não fosse por Izzie, Christina, Miranda e os médicos sexies, Grey?s Anatomy seria uma chatice! George, você foi embora tarde!

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