Avião do JN inaugura, na posse de Dilma, voo permanente em 2011

28 de dezembro de 2010 | 06h00

O jatinho do Jornal Nacional, aquele mesmo que deu rasantes com Ernesto Paglia durante a cobertura da eleição presidencial, voltará a decolar do Rio no próximo sábado, agora com destino a Brasília. A bordo, vai William Bonner, a fim de ancorar o noticiário da Globo diretamente da Esplanada, em nome da posse da presidente eleita Dilma Rousseff.

Será o primeiro voo do JN no Ar como quadro fixo do telejornal. Devidamente patrocinado pelo Bradesco, que durante a cobertura eleitoral desembolsou coisa de R$ 10 milhões para estampar a cauda da aeronave, o jatinho promete levar câmeras, equipamentos de transmissão, repórteres e, eventualmente, de acordo com a gravidade do assunto, os próprios titulares da bancada do Jornal Nacional ao encontro de fatos relevantes, no Brasil - e agora também no exterior.

Para setembro de 2011, por exemplo, o JN no Ar já tem check in reservado para Nova York, onde será amplamente lembrada a primeira década dos atentados terroristas às Torres Gêmeas.

O avião do JN levantará voo ao menos uma vez por semana em busca do factual - tomando episódios de 2010 como assuntos que mereceriam um embarque, podemos citar o terremoto no Haiti, o resgate dos mineiros no Chile ou as grandes tragédias provocadas pela chuva em Santa Catarina, Pernambuco e Alagoas.

E, a cada três meses, o avião terá a missão de voar por uma semana inteira para uma investigação previamente definida sobre temas de relevância para os brasileiros, como educação, saúde ou segurança.

Joga o buquê

Thales (Armando Babaioff) e Jaqueline (Cláudia Raia) combinam de casar e só pela herança dele. Ele organiza luau nas areias de Saquarema, mas ela, superlativa, encontra vários obstáculos até chegar ao "sim", à luz do pôr do sol. É cena para breve em Ti-Ti-Ti, novela das 7 na Globo.

4,4

pontos de média no Ibope (São Paulo) teve o Som Brasil em tributo a Chico Buarque na Globo. Foi o saldo mais baixo do ano, que teve seu pico com Adoniran Barbosa: 6,4 pontos

O show de Roberto Carlos em Copacabana, que entrou no ar "ao vivo" no sábado, com delay de 33 minutos, marcou 24 pontos para a Globo.

Já o especial da Record, Nascemos para Cantar, com Chitãozinho e Xororó, registrou 7 pontos. Para fugir ao máximo da concorrência com o show de Roberto (que terminou à 0h21), a Record atrasou a exibição de seu especial em 11 minutos, para a 0h11. Ficou em 2.º lugar, atrás do filme Ela É a Poderosa da Globo, que marcou 15 pontos.

Uma coisa meio Ellen De Generis, com humor e entrevistas curtinhas: essa é uma das possíveis referências para o talk show que Danilo Gentili espera protagonizar na Band em 2011.

Um aviso: o contrato de Eduardo Elias com a MTV só passa a valer em fevereiro. Esta é sua última semana em cena na ESPN.

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