Atrações para ver sem preconceito

ONG americana que fiscaliza o tratamento aos gays na mídia elogia 'Brothers & Sisters'

Etienne Jacintho, O Estado de S.Paulo

09 de agosto de 2008 | 23h18

O novo Glaad Network Responsibility Index, um estudo da ONG que fiscaliza o tratamento dado aos homossexuais na mídia americana, começa com um elogio à série Brothers & Sisters, por mostrar, pela primeira vez na TV dos EUA, um casamento gay. A cena ainda não foi ao ar no Brasil, mas refere-se à uniãode Kevin (Matthew Rhys) e Scotty (Luke Macfarlane) na 2ª temporada da série, no ar no Universal Channel. Aliás, o site do canal fez uma enquete: "O que você acha da série tratar da homossexualidade?". Para a maioria dos internautas, 73%, o tema é "extremamente importante." O estudo da Glaad - que significa Aliança de Gays e Lésbicas contra a Difamação - também cita o grande número de transexuais ou personagens transexuais recorrentes nas séries de TV - algo completamente incomum: Rebecca Romijn em Ugly Betty, Candis Cayne em Dirty Sexy Money e Daniela Sea em The L Word. E destaca ainda personagens gays em séries adolescentes como Greek.Há também uma conta do porcentual de personagens homossexuais nos canais abertos e pagos. O campeão de programação com temas gays no horário nobre é a ABC (24%), seguida pela CW (21%). Em último lugar vem a Fox, com 4%. Essa foi a única rede em que a representação gay diminuiu em relação ao estudo anterior (2006-2007). Já na TV a cabo, esses números são mais expressivos. O FX tem representação gay em 45% de sua programação, a Showtime, 32%, e a HBO, 26%. A rede mais conservadora é a TNT, com apenas 1%.

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