Antigas, mas com novo fôlego

Mesmo com tantas estréias, vale a pena comentar as velhinhas que voltaram com fôlego. Cold Case e Without a Trace, na verdade, nunca perderam o pique e seguem com personagens incríveis e contando boas histórias. Quem discorda que a Lilly Rush de Kathryn Morris é o máximo? Aliás, até o Scotty Valens de Danny Pino está mais interessante, sem aquela pinta de amante latino. E a trilha sonora? Pixies, Echo And The Bunnymen, Cindy Lauper, George Michael - sim, sou balzaquiana. Até quando toca Elton John, Cold Case consegue não ser piegas! Já Without a Trace mesclou suas tramas de desaparecidos com temas políticos e com um mistério que envolve o tráfico de mulheres. E, Jack Bauer que me perdoe, mas Anthony LaPaglia é um dos Jacks mais bacanas da TV atualmente e a loira Poppy Montgomery, a Sam, não vai nada mal. Relutei muito em falar desta série, mas não posso deixar que minha antipatia por Jennifer Love-Hewitt - a pobre acha que é Audrey Hepburn desde que encarnou a diva em um filme para a TV - afete meu julgamento. Ghost Whisperer voltou bem melhor nesta temporada. Confesso que o episódio de estréia sobre a lenda urbana da Bloody Mary - uma espécie de loira do banheiro (ui!) - me deixou com medo. Ridículo, não? Mas, por mais batido que pareça, o capítulo foi assustador. Por fim, gostaria muito de saber quem cometeu o crime de renovar a temporada de Falcon Beach. Esta série não deveria ter sobrevivido a mais de três episódios. É completamente revoltante! Vou chamar o Grissom agora para desvendar esse mistério.

Ethienne Jacintho, O Estado de S.Paulo

09 de dezembro de 2007 | 00h54

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