Cesar Alves/Globo
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'A mais verdadeira possível', diz Fernanda Gentil sobre sua participação no 'Saia Justa'

Jornalista se aventura no mundo do entretenimento no programa do GNT; ela assume por um mês o lugar de Taís Araújo

Entrevista com

Fernanda Gentil

Pedro Rocha, ESPECIAL PARA O ESTADO

03 Dezembro 2017 | 06h03

A partir desta quarta-feira, 6, a jornalista Fernanda Gentil, da TV Globo, assume o lugar da atriz Taís Araújo, por um mês, no programa Saia Justa, do canal pago GNT. Taís, que não volta ao programa, será substituída oficialmente por Gaby Amarantos, que só estreia na atração, porém, em fevereiro. Pitty, Astrid Fontenelle e Mônica Martelli continuam no programa. 

Em janeiro, numa produção especial para o verão, Gentil volta mais uma vez para o Saia Justa, dessa vez num revezamento com suas colegas jornalistas Ana Paula Araújo, Andréia Sadi e Leilane Neubach.

Ao Estado, Fernanda, apresentadora do Esporte Espetacular na Globo, fala sobre o desafio de se aventurar também no mundo do entretenimento. Bastante popular nas redes sociais, ela comanda ainda, na rádio Globo, um programa de discussões, o Papo de Almoço. Em meio às novas missões, Fernanda se prepara também para a cobertura da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, que começa em junho.

Como você se sente em participar de um programa de entretenimento como o Saia Justa, com discussões e para um público mais segmentado?

Adoro o programa por ser um espaço onde se discute temas tão importantes e da vida real. Muitos assuntos precisam ser falados, e quando isso acontece em bom papo, bom nível, melhor ainda. 

O que podemos esperar da sua participação?

A mais verdadeira possível - vou dar minhas opiniões, mas principalmente ouvir bastante o que todas pensam. Essa troca é sempre muito rica. 

As discussões do programa se assemelham às do Papo de Almoço. A experiência adquirida nesse tempo no rádio vai ajudar? 

Com certeza. O Papo de Almoço é uma grande conversa de bar, sem o bar. (Risos) É sempre um clima muito gostoso, informal e natural. Acho que isso ajuda todo mundo a se soltar e ficar à vontade. O Saia Justa também tem esse perfil. 

Você é jornalista esportiva, um setor geralmente muito masculino. Assim como muitas mulheres, você enfrenta problemas diários com o machismo no ambiente de trabalho?

Não tenho uma luta, tenho um prazer diário no meu trabalho. O meio é sim masculino, por ter mais homens do que mulheres. Mas isso também está mudando, e, felizmente, nunca sofri nenhum preconceito por ser mulher. E claro, se estou onde estou hoje, qualquer mulher pode estar também. 

Como você vê, aliás, o papel da mulher hoje na televisão? 

A presença da mulher não exclui a do homem, muito pelo contrário; eles se completam. A visão de um só complementa ainda mais o ponto de vista do outro. Se cada vez mais mulheres estão ocupando espaço na televisão, no entretenimento e em várias outras áreas, é porque essa "mistura" está dando certo.

Após a participação no Saia Justa, tem planos para mais projetos no entretenimento? 

Meu plano é sempre me sentir desafiada, seja no esporte ou no entretenimento. Gosto de me sentir útil para o projeto, saber que posso acrescentar e ajudar em alguma coisa. 

A sua presença nas redes sociais é constante e repleta de bom humor. Você é sempre muito aberta a questões sociais e da sua vida pessoal. Como você enxerga a sua relação com o público por meio das redes? 

Encaro as redes sociais como uma ótima ponte entre mim e quem vê o meu trabalho. É um termômetro instantâneo. E o mais importante: me permite que eu seja eu, sem edição, distanciamento ou meias palavras. Adoro esse contato e principalmente o carinho que meus seguidores me dão. 

Acredita que esse tipo de aproximação influência na sua popularidade entre os telespectadores?? 

Acho que sim, as redes sociais humanizam as pessoas. Isso gera uma identificação muito grande. 

E o que os seus seguidores podem esperar para 2018?

Podem esperar que eu vá me esforçar muito para fazer um bom trabalho na Copa do Mundo. E tomara que consiga!

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