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Teatro Bolshoi reabre na Rússia com medidas restritivas

O local histórico no centro de Moscou havia fechado suas portas em 17 de março, enquanto os casos de coronavírus se acumulavam na capital

MOSCOU, REUTERS

03 de setembro de 2020 | 17h35

Os aficionados por ópera da Rússia irão ao Teatro Bolshoi pela primeira vez em quase seis meses no domingo, usando máscaras e sentados separados em um auditório parcialmente vazio para uma apresentação de Don Carlo, de Giuseppe Verdi. O local histórico no centro de Moscou fechou suas portas em 17 de março, enquanto os casos de coronavírus se acumulavam na capital, a região mais atingida no país. Inicialmente, os gerentes disseram que o fechamento duraria algumas semanas, mas finalmente anunciaram a reabertura para 6 de setembro, conforme a Rússia começou a flexibilizar algumas de suas restrições mais duras. Casais ou amigos que compraram seus ingressos junto poderão sentar-se um ao lado do outro. Mas o salão não estará mais do que metade cheio devido às novas limitações para conter a pandemia, disse o diretor do Bolshoi, Vladimir Urin. As temperaturas serão verificadas e qualquer pessoa acima de 37ºC será barrada na porta. 

Inicialmente, os gerentes disseram que o fechamento duraria algumas semanas, mas finalmente anunciaram a reabertura para 6 de setembro, conforme a Rússia começou a flexibilizar algumas de suas restrições mais duras. Casais ou amigos que compraram seus ingressos juntos poderão sentar-se um ao lado do outro. Mas o salão não estará mais do que metade cheio devido às novas limitações para conter a pandemia, disse o diretor do Bolshoi, Vladimir Urin. As temperaturas serão verificadas e qualquer pessoa acima de 37ºC será barrada na porta. O isolamento custou ao teatro mais de 11,27 milhões de dólares, disse Urin em entrevista à televisão estatal. Ele pediu aos visitantes que sigam as  precauções de segurança. "Na maioria das vezes, as pessoas que não entendem a necessidade de seguir essas medidas são as que reclamam. Afinal, há uma alternativa: fechar o teatro!", afirmou.

(Reportagem de Tom Balmforth e Gennady Novik)

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