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Morre em Madri o dramaturgo cubano Amado del Pino

Ele foi também crítico literário, jornalista e ator de cinema, tendo atuado no filme 'Guantanamera', de Tomás Gutiérrez Alea

EFE, O Estado de S. Paulo

22 Janeiro 2017 | 17h36

O dramaturgo, crítico literário e jornalista cubano Amado del Pino, residente na Espanha desde 2008, morreu hoje em Madri, aos 56 años, vítima de um câncer. Del Pino, nascido em Tamarindo, em 1960, ganhou na Espanha o prêmio internacional de teatro Carlos Arniches, em 2008, por sua obra Cuatro Menos, sobre a situação atual de Cuba e as contradições do povo cubano sob o regime castrista. Também recebeu o prêmio de jornalismo Miguel Hernández por seu livro Los Amigos Cubanos de Miguel Hernández, coescrito com sua viúva, Tania Cordero.

 Em sua produção teatral figuram outras obras como Tren hacia la Dicha, El Zapato Sucio (prêmio de dramaturgia Virgilio Piñera em 2002), Penumbra en el Noveno Cuarto  e Sueños del Mago. Além disso, adaptou para o teatro o romance Cuadernos de Cuaresma, do escritor cubano Leonardo Padura. Del Pino também participou como ator dos filmes s cubanos Clandestinos (1986), dirigido por Fernando Pérez,  e Guantanamera (1994), de Tomás Gutiérrez Alea. 

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