ALEX SILVA/ESTADÃO
ALEX SILVA/ESTADÃO

Espetáculo com Bete Coelho tem três indicações ao Prêmio Shell

Atriz é protagonista de 'Mãe Coragem', de Brecht, com direção de Daniela Thomas, também indicada

Redação, O Estado de S.Paulo

22 de julho de 2019 | 16h54

Depois de concorrer como melhor atriz por Terceiro Sinal, no ano passado, Bete Coelho volta a ser indicada no Prêmio Shell de Teatro - São Paulo. Dessa vez é com o espetáculo Mãe Coragem, protagonizado pela atriz, e que concorre em mais duas categorias: direção, de Daniela Thomas, e música, de Felipe Antunes. Daniela também concorre em cenografia, por Fim

No espetáculo de Brecht, a atriz interpreta uma mãe que comercializa itens no campo devastado da guerra. Acompanhado dos três filhos, ela é testemunha da miséria e da exploração.

Na lista de indicados do primeiro semestre também está o espetáculo O Mistério de Irma Vap que disputa com três indicações: Figurino, de Karen Brusttolin, Iluminação, de Cesar Pivetti e a atuação de Luis Miranda.

Na categoria inovação, o Coletivo Estopô Balaio figura por seu trabalho no espetáculo Cidade dos Rios Invisíveis, na valorização da memória do migrante, e o Coletivo Negro pela versão do clássico Gota D'água

Veja a lista completa de indicados do primeiro semestre

Dramaturgia:

Newton Moreno por As Cangaceiras Guerreiras do Sertão

Eloisa Elena por Entre


Direção:

Daniela Thomas por Mãe Coragem

Adriano Guimarães por A Ponte


Ator:

Luis Miranda por O Mistério de Irma Vap

Rogério Brito por Ricardo III ou cenas da Vida de Meierhold


Atriz:

Bete Coelho por Mãe Coragem

Tania Bondezan por A Golondrina


Cenário:

Daniela Thomas e Felipe Tassara por Fim

Guilherme Luigi por Apenas o Fim do Mundo


Figurino:

Karen Brusttolin por O Mistério de Irma Vap

João Pimenta por Noite


Iluminação:

Cesar Pivetti por O Mistério de Irma Vap

Wagner Freire por A Desumanização


Música:

Felipe Antunes por Mãe Coragem

Meno Del Picchia por (In) justiça


Inovação: 

Coletivo Estopô Balaio pelo trabalho desenvolvido no Jardim Romano, que valoriza a memória do migrante através de Cidade dos Rios Invisíveis.

Coletivo Negro pela montagem do clássico Gota d’água sob a ótica da cultura negra.

 

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