JOSÉ ROMERO/DIVULGAÇÃO
JOSÉ ROMERO/DIVULGAÇÃO

Companhia do Feijão faz ode a Mário de Andrade

Nos 70 anos de morte do ícone do movimento modernista, grupo tem semana com montagens, sarau e palestra

Murilo Bomfim, O Estado de S. Paulo

25 de fevereiro de 2015 | 03h00

Desde o início da história da Companhia do Feijão, grupo paulistano fundado em 1998, a vida e a obra do escritor Mário de Andrade inspiram suas pesquisas. Foi no ano seguinte, em sua terceira peça, O Ó da Viagem, que a trupe o levou ao palco pela primeira vez, em um texto que misturava as experiências da companhia com as de Mário em viagens pelo Nordeste.

Nesta quarta, nos 70 anos da morte do escritor, o grupo apresenta o projeto Feijão Celebra Mário de Andrade, com espetáculos em espaço convencional e de rua, leitura cênica e um sarau. “Ele nos influencia como criador e como pensador”, diz o diretor da companhia, Pedro Pires. “É um dos grandes responsáveis pela arte no Brasil, pelo nosso pensamento artístico.”

O ciclo de eventos é a prévia de uma programação maior, de dois meses, que o grupo apresentará por volta de setembro, no Sesc Ipiranga. O projeto, que tem o nome provisório de 70 Anos sem Mário de Andrade, tem a estreia de Manoela, peça construída com base em correspondências do escritor, e remontagens de trabalhos como O Ó da Viagem e Armadilhas Brasileiras.

É Armadilhas... que abre, nesta quarta, as homenagens a Mário. Na quinta-feira, Pires ministra a palestra Da Inspiração à Transpiração, que parte do texto O Artista e o Artesão. As atrações se encerram no domingo, com a peça Macunaíma no País do Rei da Vela, com a Cia. Antropofágica. 

Confira a programação completa em companhiadofeijao.com.br.

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