VINCENT LEPRESLE/DIVULGAÇÃO
VINCENT LEPRESLE/DIVULGAÇÃO

Ballet de Genève mistura nacionalidades em apresentação em São Paulo

Companhia suiça traz coreografias 'Lux' e 'Glory' ao Teatro Alfa 

Ubiratan Brasil, O Estado de S. Paulo

11 Setembro 2015 | 21h53

A mistura de ritmos e nacionalidades marca a trajetória do Ballet du Grand Théâtre de Genève, que faz apresentações amanhã,12, e domingo,13, no Teatro Alfa. Fundada em 1962, a companhia se especializou em unir movimentos clássicos com elementos da dança contemporânea. Ao longo de sua história, o Ballet foi dirigido por grandes nomes da dança, como George Balanchine, Peter van Dyk e Oscar Araiz, destacando-se como uma companhia de repertório, trabalhando com uma pluralidade de linguagens.

Duas coreografias serão apresentadas em São Paulo: Glory, criada em 2012 por Andonis Foniadakis, e Lux, obra de 2000 de Ken Ossola, dois profissionais que já trabalharam para grupos como Martha Graham Dance Company. 

Ao longo de sua história, o Ballet de Genève especializou-se em não ter um criador residente, e sim vários, que são requisitados de tempos em tempos para as duas estreias anuais no palco do balé em Genebra. Essa fórmula gerou um time de coreógrafos de primeiríssima linha.

A diversidade de origem dos bailarinos (hoje são 22 em cena, de distintas nacionalidades) permitiu que brasileiros também fizessem parte da história do Ballet. O coreógrafo Antonio Gomes, por exemplo, dançou com o grupo suíço nos anos 1980, assim como Iracity Cardoso, atual diretora artística do Balé da Cidade de São Paulo e que foi solista e depois diretora do Ballet nos anos 1980 e 90.

BALLET DO GRAND THÉÂTRE DE GENÈVE. Teatro Alfa. R. Bento B. de Andrade Fº, 722. 5693-4000. Hoje (12), 20h; dom. (13), 18h. R$ 50/R$ 170


Mais conteúdo sobre:
TeatroBallet de Genéve

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.