Morre em São Paulo o ator e diretor Olair Cohan

Carro que o ator dirigia se chocou com uma carreta na rodovia Castelo Branco na noite de domingo

Ana Luísa Westphalen, da Agência Estado,

31 de dezembro de 2007 | 11h56

Morreu na noite de domingo o ator, diretor, dramaturgo e professor Olair Cohan. O acidente ocorreu por volta das 23 horas, no quilômetro 60 da rodovia Castelo Branco, quando o Ford Ka dirigido por Olair se chocou com uma carreta. O ator estava sozinho no carro e morreu na hora.   De acordo com o irmão, Domingos Cohan, o corpo foi levado pela Polícia Rodoviária a um centro médico na cidade e São Roque, e posteriormente encaminhado ao Instituto Médico Legal de Sorocaba. O sepultamento está marcado para esta segunda-feira, às 18 horas, no cemitério da cidade de Porto Feliz.   Olair Cohan morava em São Paulo e na noite de domingo ia para a casa da família em Porto Feliz, onde pretendia passar o réveillon. Antes do acidente, ligou para o amigo Fernando Diniz, avisando chegaria à cidade por volta de meia-noite. De acordo com Diniz, o diretor comentou estar trabalhando bastante em uma nova peça com estréia marcada para janeiro.   No mês de dezembro, Olair dirigiu as peças Cenas de Um Casamento, de Ingmar Bergman e Oeste Verdadeiro, de Sam Shepard, protagonizadas por alunos da Escola de Atores Wolf Maya, onde era professor. Em janeiro, atuou em O Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen, e em 2006 interpretou Herculano em Toda a Nudez será Castigada de Nelson Rodrigues, com direção de Josemir Kowalic.   No Teatro Amazonas, em Manaus, participou da peça O crime do Padre Amaro, com direção de Darcy Figueiredo, em outubro de 2003. Além de sua contribuição como ator, Olair Cohan também escreveu a peça Estranho Amor, que estreou em 2001, com Walter Breda, Roque Malizia e Eliana Guttman.

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