HBO/Divulgação
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Podcast 'Episódio' explica origem do teste de Bechdel e destaca mulheres poderosas das séries

Atriz Camila Pitanga indica drama da HBO com elenco aclamado em edição pelo Dia Internacional da Mulher

Redação, O Estado de S.Paulo

04 de março de 2020 | 08h33

Protagonismo feminino é a tônica da segunda edição do podcast 'Episódio', lançado na semana do Dia Internacional da Mulher. Em 'Mulheres poderosas e o teste de Bechdel' explicamos como surgiu este método para definir se as obras audiovisuais têm o mínimo de representatividade feminina.

A partir dele, falamos sobre como a velhice das mulheres é exibida em Grace and Frankie, discutimos a força das personagens de Big Little Lies e o empoderamento feminino em The Marvelous Mrs. Maisel.

 

Nesta edição, o destaque de 'Grace and Frankie' fica para a sétima e última temporada da série, ainda sem data de lançamento. Com elenco estelar, protagonizado pelo quarteto Jane Fonda, Lily Tomlin, Sam Waterston e Martin Sheen, o programa da Netflix virou um manifesto pela escrita de papéis para a terceira idade.

Em The Marvelous Mrs. Maisel, Miriam Midge Maisel (‎Rachel Brosnahan) vai desafiar os padrões femininos das décadas de 1950 e 1960 em busca do próprio espaço. Com o ritmo acelerado da produtora Amy Sherman-Palladino, os diálogos divertidos e empoderadores são a marca da série da Amazon Prime Video - uma inspiração direta de Gilmore Girls.

O multipremiado elenco de Big Little Lies conta a história de seis mulheres, seis mães, no enfrentamento de problemas cotidianos e um mistério que as uniu. Enquanto lutam para proteger umas às outras, precisam lidar com dilemas familiares e um crime que as envolve. A série da HBO é a sugestão da atriz Camila Pitanga, que participa do quadro ‘Vi e Recomendo.’

Entre muitos fatores em comum, o de representar mulheres poderosas sem recorrer à masculinização talvez seja o mais relevante a unir essas três séries. Elas não precisam de guerreiras medievais usando biquínis para simbolizar força. As esposas e mães retratadas mostram que há muito empoderamento nestas escolhas. E que é possível construir protagonismo feminino na ficção em papéis não atribuídos estereotipicamente a homens.

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