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Emmy de todas as cores: Prêmio deste ano se tornou vitrine para pessoas não brancas

No próximo domingo, a indústria da televisão vai celebrar as melhores produções, com atenção especial ao trabalho de artistas negros, de origem asiática e LGBTQIA+

Reuters, O Estado de S.Paulo

14 de setembro de 2020 | 14h55

Das mulheres negras de 20 e poucos anos da série Insecure ao astro muçulmano-americano de Ramy, a lista de indicados ao Emmy do próximo domingo é uma vitrine sem precedentes para pessoas não brancas.

Mas a indústria da televisão precisa tomar medidas concretas sobre as promessas de estimular escritores e diretores não brancos para garantir que a cerimônia de premiação de 2020 não seja apenas um ponto fora da curva desencadeado por um verão de protestos contra o racismo sistêmico nos Estados Unidos, segundo especialistas.

"Tenho certeza de que a última coisa que a Television Academy queria era ter um 'Emmy branco demais' no meio de tudo isso", disse Eric Deggans, crítico de TV da National Public Radio e autor do livro Race Baiters. "Portanto, não estou surpreso que eles tenham prestado atenção especial ao trabalho dos artistas negros".

O recorde de indicações ao Emmy para não brancos ainda inclui Kerry Washington (Little Fires Everywhere e American Son), Sandra Oh (Killing Eve), Billy Porter (Pose), Regina King (Watchmen), Issa Rae (Insecure) e Sterling K. Brown (This is Us e Watchmen).

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