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9 minisséries para maratonar sem o risco de novas temporadas

Para quem prefere uma história curta e sem continuação, confira a lista com dicas de dramas e documentários, nacionais e internacionais

Leandro Nunes, O Estado de S.Paulo

26 de janeiro de 2021 | 09h00

Assistir um filme de 1h30 para muitas pessoas é o máximo para se ficar na frente da tela. Pensar numa série com mais de duas temporadas então, é um pesadelo.

Nos últimos anos, as premiações de TV têm destacado grandes produções de minisséries que surpreendem com tramas concisas, sem tantos personagens, mas que emocionam com grandes atuações.

O formato de documentário também se saem bem com poucos episódios. Às vezes, deixam um gostinho de quero mais.

Confira na lista abaixo dicas com dez produções, nacionais e internacionais. 

Amor e Sorte (Globoplay)

Um dos alentos durante a quarentena foi a história que retrata os conflitos familiares durante o confinamento da pandemia com clima leve e divertido. Produzida por Jorge Furtado, Amor e Sorte tem quatro episódios independentes e a estreia foi com a dupla Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, mãe e filha. Também há episódios com Lázaro Ramos e Taís Araújo, Fabiula Nascimento e Emílio Dantas, Caio Blat e Luisa Arraes. Em dezembro, a série lançou um especial de Natal, protagonizado por Fernandona e a Torres.

O Espião (Netflix)

A minissérie dramática traz o famoso ator de comédia Sacha Baron Cohen em uma atuação impressionante. Com seis episódios, a produção narra a história inspirada em fatos reais de Eli Cohen, um espião israelense que se infiltrou no governo sírio nos anos 1960. A descoberta levou à execução de Cohen.

 

Watchmen (HBO)

Celebrada na premiação do Emmy, a série protagonizada por Regina King levou 11 troféus com a trama de um mundo distópico, inspirada no graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons. A série aborda assuntos como o racismo e supremacia branca e ganhou eco com os recentes casos de violência policial nos EUA. Segundo os criadores da série, não há confirmação de segunda temporada.

 

Nada Ortodoxa (Netflix)

Um relato íntimo e delicado conta a história real de Deborah Feldman, uma judia que decidiu abandonar a comunidade Satmar, um reduto ultraortodoxo em Nova York. Em quatro episódios, acompanhamos a vida de Esty Shapiro (Shira Haas), seu casamento e a decisão de deixar a família e se mudar para Berlim, em busca de seu sonho.

 

O Gambito da Rainha (Netflix)

Uma das grandes sensações da plataforma, a série é mais uma baseada em fatos reais, com a pequena Beth Harmon, gênio do xadrez. Em 7 episódios, a série narra os primeiros contatos da garota com o jogo de tabuleiro, ainda quando vivia em um orfanato, até a projeção mundial de seu talento. A relação com álcool e drogas movimenta a trama e a interpretação de Anya Taylor-Joy.

 

Chernobyl (HBO)

Outra produção premiada, Chernobyl revela detalhes chocantes sobre o colapso da usina nuclear na Ucrânia em 1986. A minissérie de 5 episódios traz os acontecimentos no interior da usina pelo ponto de vista dos funcionários e da cidade afetada, com os desdobramentos de uma tragédia que abalou o mundo.

 

A Máfia dos Tigres (Netflix)

Um verdadeiro show de bizarrices é o documentário de 7 episódios sobre Joseph Allen Maldonado - Passage, conhecido como Joe Exotic, um famoso criador de tigres nos Estados Unidos que cumpre prisão de 22 anos por abuso de animais e por ter planejado a morte de sua arqui-inimiga, a ativista Carole Baskin, dona do santuário de animais Big Cat Rescue. 

 

Bandidos na TV (Netflix)

Documentário com 7 episódios, a minissérie baseada em fatos reais conta a história do apresentador de TV e político brasileiro Wallace Souza. Ele foi acusado de comandar uma série de assassinatos para aumentar os índices de audiência em seu programa Canal Livre.

 

Olhos que condenam (Netflix)

Outro grande sucesso da plataforma, a minissérie de 4 episódios resgata o caso real de cinco jovens negros nos EUA que foram acusados injustamente de estuprarem uma mulher no Central Park. Celebrada nas premiações, a produção criada por Ava DuVernay expõe as falhas na Justiça norte-americana e emociona.

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